Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto.
Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais.
Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.
Vinho
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A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Um vinho límpido e citrino.
Com aroma intenso, fresco e frutado com notas de madeira e tosta.
No paladar revela-se muito complexo, suave, com equilibrio entre álcool e acidez.
Tem ainda um final de boca muito longo, persistente e suave.
Incrivelmente fresco, puro e mineral, com citrinos brilhantes e marmelo perfumado e pedregoso. Pureza e precisão.
Vinho muito fresco e complexo, com fruta cítrica, em harmonia com discretas nuances florais e fortes notas minerais próprias do “terroir”, complexado por ligeiras notas de madeira. “Battonage” por um longo período confere-lhe um volume de boca surpreendente. Final muito longo, fresco e mineral. É um branco ideal para acompanhar todo o tipo de peixes, marisco ou carnes brancas.
Cor amarelo citrico, aroma fresco com notas cítricas e minerais. Na boca é sedoso com uma fantastica acidez, tornando o vinho muito firme.
Nos bastidores deste projeto estão Nuno Faria, madeirense e restaurateur (100 Maneiras ) e António Maçanita, considerado Enólogo do Ano 2018 e entusiasta de terroirs extremes, amigos há mais de 15 anos e que juntaram forças para explorar e celebrar o potencial destas ilhas encantadas numa garrafa de vinho.
Uvas da zona do Seixal (costa norte). Citrino maduro no nariz, nota a alga e a proximidade do mar, alguma mineralidade também. Muito bem em boca, complexa e com sabor, salino e longo, acidez alta bem trabalhada e final em sabor e potência.
As vinhas, plantadas em socalcos, a cerca de 100 metros de altitude e a cerca de 200 metros do mar, têm uma exposição solar extrema. São vinhas certificadas, com produção sustentável.
Octávio Freitas pretende que o Galatrixa seja uma homenagem à Madeira e à sua identidade. O pequeno réptil, a Lagartixa, endémico da Madeira é presença frequente entre as vinhas, sendo o primeiro a provar as uvas ainda na fase inicial da maturação.
A galatrixa dá nome ao vinho e a imagem reconhece-lhe o direito inequívoco de ser protagonista desta história. A pele deste pequeno réptil, que no seu habitat natural actua como camuflagem, fora do seu entorno provoca o efeito oposto. O rótulo faz-se valer da cor e da textura em baixo relevo, tornando-se irresistível ao toque e dando-nos a oportunidade única de in
Folgasão Ponta do Pargo 2023, trata-se do primeiro vinho de mesa desta variedade, também conhecida por Terrantez, nos Vinhos Madeira.
De uma parcela oriunda da Ponta do Pargo, o viticultor Nélio Rodrigues, que herdou o gosto pela viticultura pelo seu pai, Simão Câmara.
A história, o trabalho e a amizade, reproduzida neste vinho único que temos o gosto de apresentar na gama Fanal.
Cor pálida, com tons de amarelo. Nariz apresenta-se mineral, de rocha basáltica. Fruta branca e tropical do género pera - melão, conhecido como melão-andino. Na boca, uma secura muito interessante, com sal que saliva durante toda a prova, com a mineral idade bem presente. Volume final agradável com acidez equilibrada.
Nariz não exuberante, mas nítido com sugestões de raspas de lima, toranja, maçã verde e leve aipo. Com corpo leve, mostra firmeza e definição, percepção mineral, textura cremosa providenciada pelo trabalho das borras, acidez (naturalmente) brilhante. Um vinho suculento e altamente gastronómico.
Fanal Listrão Projeto Justino 2022 (também referenciado como Justino's Pxo Listrão) é um vinho branco seco, fresco e vibrante da Madeira.
De vinhas de espaldeira e de latada. Aroma jovem, muita percepção de leveza, citrino bonito, floral aberto, tudo directo e focado. Prova de boca com meio corpo, fresco e suavizado no sabor, mas mantendo firmeza até ao final limpo e solto.
O Casa das Gaeiras reserva branco é obtido através da casta Vital, inserida na vinha velha da propriedade. Após completar um curto estágio em barricas de carvalho francês, apresenta uma cor citrina, de aromas bem definidos marcados pelas notas de fruto de caroço e alguma complexidade. Na boca, revela-se untuoso e estruturado, com acidez viva e pronunciada. O final é persistente e marcante.
Cor cítrica. Notas cítricas com leve aroma mineral. Boa estrutura com acidez bem marcada. Fruta de qualidade e final longo.