A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
Vinho
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Encorpado, firme, maduro, com taninos acetinados. Notas minerais e um final complexo e persistente muito elegante.
É nas propriedades Quinta da Costa de Cima, Quinta do Sol e Quinta do Caleiro, que a Menin encontra o terroir perfeito para desenvolver vinhos complexos, com carácter, cheios de finesse e grande potencial de guarda.
São nos cerca de 55 hectares, dos quais 10 são vinha velha, que a filosofia da sustentabilidade está assente e é no conceito de gravidade que a adega foi construída. A enologia praticada pela Menin reúne o saber da vinha com as mais modernas tecnologias de vinificação para retirar o melhor partido do terroir duriense.
Menin Grande Reserva tinto, produzido a partir das vinhas velhas da Quinta da Costa de Cima, apresenta-se de cor rubi profunda, com aromas frescos a fruta vermelha e preta, e nuances a groselha, amora, frutos do bosque e notas balsâmicas, que equilibram o conjunto. De acordo com o seu período em barrica, no paladar, revela-se intenso e bem estruturado, com uma acidez natural equilibrada, denotando este vinho com uma enorme elegância e finesse.
A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras.
A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidade deste legado, acrescentando uma visão de longo prazo, focada na excelência e na sustentabilidade. Esta filosofia baseia-se numa paixão por cada detalhe, que começa com a seleção manual dos melhores bagos, segue com a uti
Um vinho que transporta em si todo o potencial das castas do Dão e expressa claramente a excelência das suas vinhas centenárias. Estagiou 4 anos em madeira e um ano em garrafa.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vi
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros.
Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Um vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias, conferidas pela madeira. Sabor rico, com taninos sumarentos bem presentes, onde a Touriga Nacional oferece elegância, juntamente com as notas frutadas da Touriga Franca, e volume proporcionado pela Tinta Roriz, terminando persistente e saboroso.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes c
Após vários anos a trabalhar para outras casas de vinho, Luís Seabra decidiu contruir o seu próprio caminho, criando 2013 a sua empresa, com a missão de produzir vinhos que expressem o sítio de onde vêm, elaborados com uma filosofia de intervenção mínima respeitando a sua natureza e o seu carácter.
Oops! Este vinho nasceu assim! Único! Vindima no limite da maturação, e aí decidimos que, se a natureza assim quis assim será. “Que entrem as uvas – sãs e lindas – para dentro da adega e vamos ao trabalho!”. Pomada boa, cheia de fruta e vigor. De cor rubi intensa, invade a boca com explosões de intensas frutas vermelhas, um perfeito equilíbrio entre a acidez e taninos durienses que lhe garantem toda a elegância da fruta viva na boca. Beba e seja levado para os socalcos do Douro onde é possível sentir toda a intensidade do cheiro que esta região maravilhosa tem na primavera.
Qalt Unoaked é a simplicidade das uvas numa garrafa de vinho.
Desfrute!
QALT TINTA BARROCA é o primeiro vinho monocasta que apresentamos. A escolha da Tinta Barroca foi dar-lhe a importância que a casta exerce na região do Douro. No Terroir onde nasce tem vigor e qualidade. Altitude e solo que conferem uvas sadias dotadas de imenso potencial para se criar um vinho leve, fresco e alegre.
É um tinto encorpado com personalidade ímpar, aromas a violeta típicas das Casta Touriga Nacional. Frescura e acidez notória com notas de tosta e especiarias provenientes do estagio. Taninos finos, firmes mas suaves. Vinho longo com excelente potencial de envelhecimento.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838.
As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro.
Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão.
O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro