Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Vinho
Existem 62 produtos.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Plantada na margem do Rio Torto, que corre no sopé da Quinta Vale D. Maria, existe uma vinha com menos de um hectare, cujas castas – 29 diferentes, com predominância da Tinta Barroca (50%) – estão dispostas num field blend típico das vinhas velhas do Douro. E esta é uma vinha verdadeiramente velha, com a idade média das cepas a rondar os 80 anos. Esta é a vinha do Rio, virada a sul, banhada pelo sol do meio-dia e abrigada da luz solar nos fins de tarde pela montanha que se ergue nas suas costas e lhe proporciona várias horas de sombra. Desde 1996 que daqui saem as uvas que, ao entrar na adega da quinta, a enchiam de aromas vivos e penetrantes.
Este vinho do Douro é produzido com uvas provenientes de uma única vinha na Quinta da Água Alta, junto ao Rio Douro. Esta vinha encontra-se num vale fresco, virada a nascente o que a torna perfeita para a produção de uvas equilibradas para este vinho do Douro.
Cor quase clara, mas muito viva. Aroma, fruta silvestre fresca, madeira vanilica leve, especiarias, frescura e elegância. Na boca, confirma a delicadeza tão característica de Francisco Montenegro, com taninos sedosos de final muito bom gosto e requintados e corpo médio.
Cor: Rubi com boa intensidade.
Aroma: Intenso e complexo lembrando frutos vermelhos maduros envolvidos pelas especiarias.
Palato: Seco. Acidez equilibrada. Bom aroma de boca. Taninos muito macios que lhe conferem um final longo.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
Castas Escondidas é um vinho tinto produzido com variedades menos comuns no Douro, normalmente incluídas nos lotes de Vinho do Porto, que visa preservar a biodiversidade e revelar o terroir desta região através de vinhos únicos, distintos e inesquecíveis.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inova
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
Cor violeta escura concentrada com aroma a frutos vermelhos. Notas subtis de mentol com fruta madura e taninos redondos. O retrogosto é intenso e persistente.
Maçanita Letra F Tinto é um vinho do Douro, com notas vibrantes de fruta fresca e uma acidez equilibrada. Ideal para acompanhar carnes grelhadas e queijos.
QALT TINTA BARROCA é o primeiro vinho monocasta que apresentamos. A escolha da Tinta Barroca foi dar-lhe a importância que a casta exerce na região do Douro. No Terroir onde nasce tem vigor e qualidade. Altitude e solo que conferem uvas sadias dotadas de imenso potencial para se criar um vinho leve, fresco e alegre.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838.
As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro.
Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão.
O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
O Charme é um vinho raro produzido pela Niepoort, no Douro, a partir de uma mistura de castas, com predominância de Tinta Roriz e Touriga Franca, dando origem a um tinto elegante e complexo, com taninos macios e envolventes.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhor
Cor vermelha rubi. Aroma quente, que contrasta com um paladar leve e sedoso, como o nome indica, derivado de fruta fresca e notas amanteigadas. Elegante no palato, com um corpo medianamente maduro, taninos suaves e uma sensação de boca persistente.