Um vinho exclusivo elaborado a partir das castas de Cabernet Sauvignon, Merlot e Touriga Nacional: 1 garrafa de JFF Tinto + 2 copos de Zieher.
Vinho
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Cor aberta, bonita. No aroma define-se pela extrema elegância, bagas silvestres, cerejas, mirtilos, um leve vegetal. A boca surpreende pela firmeza, com taninos mais vivos do que se esperaria, muita garra aliada a enorme frescura e precisão. Largo, definido, vibrante.
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.
Uma vez que a sua vinha está plantada em "Pé Franco", esta vinha tem uma produção de 800Kg por hectare, aproximadamente um cacho por videira. Fermentação em Tonel (10-12 dias). Estágio em barricas novas de carvalho Vosges e Nevers de 500l durante 22 meses.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborados segundo os procedimentos das gerações anteriores, os vinhos da Quinta das Bágeiras não são vinhos de modas, mas que estão sempre na moda, revelando a cada colheita o caráter da região e das pessoas que os produzem.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
O aroma revela um perfume de cereja e um toque cítrico, desenvolvimentos nos pontos da Copa para ervas como manjericão e sálvia, com notas finais de chocolate. O paladar é atraente, com taninos finos e longos, e uma frescura super agradável no final.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas.
A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Os vinhos resultaram aromaticamente puros, de fruta exuberante e de enorme complexidade. Como consequência inequívoca da longa maturação, os vinhos da vindima de 2018 apresentam uma estrutura vertical, corpo opulento e uma textura sedosa, muito característica do lugar único das vinhas da Taboadella.
Cor rubi típica da casta, aromas frescos de frutos vermelhos, framboesa, cereja, amora, groselha e cassis, com delicadas notas florais, com destaque para a violeta. Os aromas evoluem para aromas de alcaçuz e pimenta moída. Na boca apresenta um belo equilíbrio e agradável acidez, nuances de tosta discretas e bem integradas, o que lhe confere grande elegância e delicadeza, permitindo ser uma extraordinária harmonização gastronómica. Um vinho com grande potencial de envelhecimento.
O Alto dos Amores – provavelmente, a mais extraordinária paisagem do Dão – foi, desde sempre, o ponto de encontro dos casais apaixonados da Vila de Santar. Se, em tempos, a magia desta paisagem servia para conquistar corações, hoje, as uvas que ali nascem, servem para conquistar o gosto mais exigente dos apaixonados por vinho. É esta história de amor que serve, diariamente, de inspiração a todos os que trabalham para produzir este monocasta de Touriga Nacional da Casa de Santar.
Apresenta-se com cor rubi intensa. No aroma, temos fruta madura e abundantes notas florais que lhe conferem frescura e elegância. Muito boa complexidade na prova de boca, as notas de madeira são discretas, privilegiando a bergamota e frutos vermelhos maduros. Um Reserva de “terroir” expressivo e personalizado.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Vinho de aroma floral de belo recorte, fresco e intenso. Bom equilibro na boca, estruturado. Final fresco persistente.