Cor Rubi de elevada profundidade. Aroma intenso, complexo com predominância em frutos vermelhos, especiarias e pimenta. Notas de bergamota e esteva em equilíbrio com as notas superelegantes do estágio em barrica. Na boca têm um excelente volume, acidez bastante presente e bem integrada, taninos finos e intensos fazen-do este vinho longo e cheio antevendo um excelente potencial de envelhecimento em garrafa.
Vinho
Existem 780 produtos.
Cor: Vermelha profunda e consistente.
Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta.
Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes
onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento.
Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.
Vinho muito fresco, especiado, com um final muito longo com sabor a frutos vermelhos, completado por um toque vegetal agradável.
Cor escura, nariz intenso com toques de couro e frutos negros. Na boca, a potência inicial vai dando lugar a uma explosão de aromas complexos, bem enquadrados por uma frescura e persistência notáveis.
Expressivo. Fresco. Refinado. O Post Scriptum é o vinho parceiro do Chryseia. Proveniente dos mesmos vinhedos, o seu perfil é semelhante, com fruta expressiva, fresca e concentrada, aliada a um equilíbrio e elegância exquisitos. É levemente amadeirado e mais acessível em tenra idade.
Cada garrafa de ‘Maria Fernanda’ contém não apenas um vinho, mas uma viagem. É o resultado de uma alquimia única, onde a nobreza dos terraços do Douro encontra a coragem das mãos que moldaram a terra ao longo dos séculos. Cada vintage é uma obra-prima em um capítulo diferente desta narrativa do vinho ‘sem início ou fim’.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Feuerheerd's Garrafeira da colheita de 2017 é o resultado de uma criteriosa seleção das melhores uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Francesa e uma pequena quantidade de Tinta Amarela, Tinta Roriz e Sousão. Este vinho, de grande complexidade, elegância e equilíbrio, estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês, foi engarrafado em 2020 e passou mais 32 meses na cave antes do seu lançamento.
Os vinhos do Porto Colheita Feuereheerd foram cuidadosamente selecionados e amadurecidos em barricas de carvalho curado para produzir uma suavidade rica com o melhor equilibrio e elagância dos tawnies velhos. De cor brilhante com tons de tijolo e dourado. No nariz, notas de frutos secos e geleia de marmelo. Na boca, é um vinho fresco e doce, com sabores de geleia de ameixa madura.
Imensa cor, a fruta madura de enorme qualidade a desdobrar-se em notas de ameixa, amoras, bosque, funcho, pimenta branca. O equilíbrio de boca é notável, com menos concentração e mais delicadeza do que em colheitas anteriores. Apesar da juventude o vinho tem uma grande harmonia, com taninos de seda a pontuar o belíssimo final.
Complexo, fresco e com um longo final, é um vinho com uma forte personalidade com evolução em garrafa garantida por vários anos.
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.
O Quinta da Sequeira Rosado 2022 é um vinho DOC proveniente da sub-região do Douro Superior, em Portugal, produzido pela prestigiada Quinta da Sequeira. Este vinho de quinta destaca-se pelo seu perfil fresco, equilibrado e muito gastronómico.
Domingos Alves de Sousa dá vida aos seus vinhos, seguindo uma tradição familiar iniciada pelo seu avô e à qual hoje se juntam também os seus filhos. Vinificando exclusivamente as uvas das suas Quintas, terroirs verdadeiramente únicos, a qualidade e a singularidade dos seus vinhos são amplamente reconhecidas, com distinções e referências nas mais respeitadas publicações nacionais e internacionais. Com destaque especial para a atribuição do prémio "Produtor do ano” em 1999 e novamente em 2006 pela Revista de Vinhos, tornando-se o primeiro a receber por duas vezes a mais importante distinção para um produtor de vinhos em Portugal.
Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento.
Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.
Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que