Cor amarela esverdeada, aroma com notas cítricas, mel e frutos tropicais bem conjugado com a madeira onde estagiou. Fresco e elegante na boca, com final persistente. Pode estagiar em boas condições por um período de pelo menos 5 anos. Este vinho harmoniza-se perfeitamente com peixes estufados e assados ou bacalhaus no forno. Encontra ainda boa maridagem com queijos azuis de pasta cremosa.
Vinho
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De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
Cor amarela. Aroma profundo com nuances de toranja e pêra. Na boca apresenta-se muito denso e fresco num final longo.
Cor salmão muito aberta. Aroma leve e fresco e de uma limpeza e pureza singular. Na boca apresenta estrutura, acidez viva, mas amigável; tenso e com um final longo e marcante.
O Alvarinho mais fresco e elegante de sempre. A sua estrutura complexa, aliada a uma boa acidez e mineralidade, fazem deste Alvarinho um vinho que dá que falar.
Especiarias como canela e baunilha no nariz. Bastante complexo destacando aromas varietais assim como alguns frutos secos, avelã e amêndoa. Na boca permite uma acidez vibrante e os aromas estão bem presentes. Volume de boca, mineralidade e terminar longo. Toque da madeira permite estrutura de boca oferecendo elegância e equilíbrio.
Fresco e convidativo, carregado de aromas de fruta (citrinos e algum pêssego), folhas de louro, flores de tília, tenso e muito limpo. Boa carga mineral, directo, no palato a mostrar-se com fruta (citrinos, pêssego) e rebuçado, com uma acidez de belo efeito, refrescando o palato a cada trago com uma boa secura de fundo.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.