O Gloria Reynolds Art & Tradition 2013 é um vinho tinto de exceção, produzido apenas em anos de qualidade superior. Este vinho representa a arte e a tradição vitivinícola da família Reynolds, que há gerações produz vinhos de grande carácter no Alentejo. Com uma vinificação meticulosa e um longo estágio em barricas de carvalho francês, este vinho exibe uma estrutura notável, complexidade aromática e um impressionante potencial de envelhecimento.
Vinho
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O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
O Quinta do Cerro da Nora Reserva tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Sousão, apresenta cor vermelho-granada intensa e límpida. No nariz revela grande complexidade aromática, marcada por fruta preta madura, como ameixa e amora, acompanhada por subtis notas de tabaco.
Na boca mostra-se equilibrado e sofisticado, com fruta expressiva e bem integrada. O estágio em barrica acrescenta nuances de especiarias e tabaco, enquanto os taninos se apresentam presentes mas harmoniosos. O final é longo e persistente.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Legado é um vinho de homenagem que celebra a vida de uma vinha pré-filoxérica, onde 20 castas ancestrais continuam a sobreviver ao tempo, enraizadas nos sulcacos dos 8 hectares que a prefaz. Um vinho único, histórico e que remonta às origens durienses da forma mais deliciosa e complexa.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade.
Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare