O Calda Bordaleza é um vinho de cor rubi escura e aroma denso, elaborado a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Na boca apresenta uma boa estrutura e uma textura sedosa. É vivo, complexo e concentrado, mas fresco, com notas de frutos vermelhos, anis, balsâmico, ligeiro chocolate e tosta suave e elegante, com um final longo.
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar.
São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Vinho
Existem 9 produtos.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
O Lilipop tinto 2019 é o vinho mais carismático da Quinta de Tourais. Começamos por enumerar algumas castas que já não são muito usuais no Douro, como, Baga, Jean, Bastardo, Touriga, Brasileira, Tinta Francisca, Alicante Bouschet, Tinta Roriz entre outras. Este vinho apresenta-se, fresco e leve, com apenas 13% de álcool, sem qualquer correcção de acidez foi vindimado em Agosto por Ph ideal. Tem uma optima estrutra, mas afasta-se um pouco dos vinhos tradicionais do Douro. Consideramos este vinho muito elegante, com ainda notas vegetais, fruta vermelha, fruta preta e muito especiado. Tem algumas notas de bosque e cogumelos. Boca elegante preenchida e com final persistente. Tem 10 meses em barricas de carvalho Francês usadas.
O Lilipop Tinto 2019 é um vinho Douro singular da Quinta de Tourais, destacando-se pela sua elegância, frescura (13% alc.) e perfil de field blend (uva mistura) com castas menos comuns como Baga, Jaen e Bastardo. Fermentado em lagar, oferece notas de fruta fresca, bosque e taninos finos, sendo uma opção alternativa aos vinhos robustos do Douro.
Puro, natural e despojado, revela uma leveza apimentada e gananciosa, que o torna macio, fresco e apetitoso a qualquer momento do consumo.
Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que
Ruby. É limpo, muito elegante e bastante frutado. Apresenta notas de Cereja e ameixa maduras, que misturadas com notas de cassis que lhe conferem a complexidade aromática que o torna um vinho muito rico e interessante. É frutado, fresco e saboroso. Revela-se expressivo pelas notas de cereja e ameixa bem madura, taninos suaves e a acidez equilibrada atribuem-lhe complexidade e um final longo.
Fiz referência a este número 2160, por ser a altitude da nascente do Rio Douro, este rio que se estende de Espanha a Portugal, dividindo em 2 distintas margens o Douro Superior, o Cima Corgo e o Baixo Corgo, de onde são selecionadas as uvas para fazer este vinho. Todas as uvas vêm de altitude e todo o Douro tem como Mãe a Serra de Urbión. Quis demonstrar a versatilidade da fruta e frescura da altitude, onde a acidez se torna a espinha dorsal destes vinhos. Assente em tons primários da fruta e em secundários da fermentação e contacto com as películas por 4 dias, mas acima de tudo pôr as mãos nesta magnífica região que é o Douro.