Vinho
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O 70/30 Reserva Tinto 2022 é um vinho da região da Beira Interior, produzido pelo projeto Martin Boutique Wines do escanção Pedro Martin. O nome reflete a sua origem geográfica e conceito: 70% das uvas provêm de Pinhel (vinhas de altitude em solos graníticos que trazem frescura) e 30% vêm da Cova da Beira/Fundão (zona mais quente que traz maturação e notas de cereja).
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Cor quase clara, mas muito viva. Aroma, fruta silvestre fresca, madeira vanilica leve, especiarias, frescura e elegância. Na boca, confirma a delicadeza tão característica de Francisco Montenegro, com taninos sedosos de final muito bom gosto e requintados e corpo médio.
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838.
As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro.
Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão.
O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
O projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas resulta da ligação apaixonada que os seus 3 fundadores, João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias, mantêm com o Douro, há mais de duas décadas. Depois de tantos anos a serem surpreendidos por esta região vitícola única, em 2009 chegou a altura de mostrar a forma como viam os vinhos do Douro. A história da empresa começa nesse ano, com vinhos brancos de Murça, uma zona esquecida pelo progresso, mas que produz vinhos únicos e cheios de identidade. Em 2010, iniciou-se um investimento na adega em Martim, Douro, e, em 2012, na região berço do Alvarinho, Monção. Em 2013, também se iniciou uma parceria no Alentejo, vinificando-se em instalações de terceiros as uvas escolhidas e adquiridas na região de Estremoz.
Com o crescimento do projeto, uniu-se
Cor rubi intensa, notas frutadas e de carvalho. Aromas de frutas vermelhas maduras e especiarias. Na boca revela um corpo bem estruturado e taninos bem maduros. Final equilibrado e persistente.
O Quinta Vale D. Maria Vinha Francisca revela grande elegância e equilíbrio, mostrando que o Douro é capaz de produzir vinhos com uma frescura excecional, mantendo o corpo e os sabores intensos tradicionais desta região.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras.
A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidad
Vinho de cor rubi aberta, com aroma fresco a fruta e notas florais. Na boca ressurge a frescura sentida no nariz, envolvida por taninos sedosos, terminando com grande elegância e equilíbrio.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Rubi aberto e aroma a privilegiar a vertente de fruta vermelha fresca a lembrar framboesa, morango e ameixa. Fluido na prova, de corpo bastante leve, pouca extração, taninos macios e boa acidez. No palato reflecte todo o sabor da fruta identificada no nariz.