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Doravante Branco

18,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Elaborado a partir de Arinto, Bical e Cercial, refletindo a mineralidade e salinidade da Bairrada. Perfeito para harmonizar com entradas, queijos, peixes e carnes brancas.
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É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
Cor cereja profunda e brilhante, com boa intensidade e viscosidade bem presente. No aroma revela fruta elegante e expressiva, com notas típicas de morango e ameixa preta, envolvidas por nuances de alcaçuz e um ligeiro toque especiado (pimenta preta, louro, tomilho, alecrim). Na boca mostra-se frutado, com bela estrutura e textura quase aveludada. O final é muito fresco, convidativo e equilibrado, refletindo o caráter autêntico da casta Baga.
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
Revela um aroma harmonioso e complexo, que se deixa revelar aos poucos, como se tivéssemos de merecer tudo o que nele está escondido. Na boca, ao primeiro impacto segue-se uma explosão aromática que nos acompanha ao longo de toda a prova, com os taninos densos, mas sedosos a ligarem o vinho do princípio ao fim, numa evolução de grande elegância para um final de grande nível.
Produzido em homenagem a Dona Antónia Adelaide Ferreira. Um vinho único, pois é feito a partir de uma vinha no Rio Torto plantada maioritariamente na década de 1940, com um field blend de mais de 30 castas. Um vinho muito raro, só produzido em anos excepcionais, e em quantidades muito reduzidas (aproximadamente 4000 garrafas). O ADELAIDE provém de uma parcela de vinhas muito velhas (algumas com mais de cem anos), com uma mistura de mais de 30 castas diferentes, com : Touriga Franca, Rufete, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barrroca, Tinta Nascida, Malvasia Preta, Mourisco, Bastardo, Touriga Nacional, Tinta Bairrada, Tinta da Barca, Tinta Francisca, Tinta Carvalha, Moscatel de Hamburgo, Tinta Pomar, Piriquita, Moreto, entre outras.
As uvas do Redoma Branco são provenientes de vinhas velhas da margem direita do rio Douro, localizadas a uma altitude que varia entre os 400 e 600 metros. Nestas vinhas predominam maioritariamente as castas Rabigato, Códega do Larinho, Viosinho, Donzelinho e Gouveio. Os seus solos de micaxisto dão origem a vinhos com muita mineralidade, delicados e com grande frescura. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das
O Calda Bordaleza é um vinho de cor rubi escura e aroma denso, elaborado a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Na boca apresenta uma boa estrutura e uma textura sedosa. É vivo, complexo e concentrado, mas fresco, com notas de frutos vermelhos, anis, balsâmico, ligeiro chocolate e tosta suave e elegante, com um final longo. Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Herdade da Maroteira Dez Tostões Grande Reserva tinto é um vinho produzido a partir da casta Alicante Bouschet, que representa em plenitude a essência do Alentejo. Revela-se um vinho encorpado e frutado, com frescura e elegância notável, apresentando no seu conjunto, um perfil muito equilibrado. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estr
Um vinho branco com alma de vinho tinto, resultado da extraordinária qualidade das uvas brancas selecionadas da vinha única de Capellanía. Capellania é feito a partir de uvas viura, uma variedade branca obtida da vinha Capellania, um terreno de 6 hectares localizado na altitude mais elevada da Quinta de Ygay. Graças a esta altitude, à excelente qualidade dos seus solos calcários e aos baixos rendimentos obtidos das vinhas com 70 anos, esta variedade alcança o seu máximo potencial.