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Barca Velha 2011

890,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
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Ficha informativa

Colheita
2011
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Sogrape Vinhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Cor amarelo-palha brilhante com laivos esverdeados e boa viscosidade. No aroma destacam-se notas de pera (típicas da casta Bical), apontamentos iodados e nuances especiadas de tomilho e alecrim. Na boca revela-se elegante e cremoso, com textura envolvente e mineralidade marcada, expressando uma subtil salinidade própria da forte influência atlântica. O paladar médio é dominado pela fruta e termina seco, fresco e persistente, com acidez vibrante.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
Revela uma intensa cor rubi violácea e um nariz marcado por frutos pretos maduros, especialmente amoras. De forma mais discreta surgem notas de cassis e especiarias doces. Na prova apresenta-se robusto, com taninos firmes mas polidos. A fruta ressurge na forma de pele de ameixa preta, conferindo acidez e subtil amargor, muito elegante e típico da Tinta Roriz. Termina longo, fresco e com boa persistência aromática. O seu perfil equilibrado permite ser apreciado a solo ou acompanhado de queijos, carnes e cozinha mediterrânica em geral.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
O 70/30 Reserva Tinto 2022 é um vinho da região da Beira Interior, produzido pelo projeto Martin Boutique Wines do escanção Pedro Martin. O nome reflete a sua origem geográfica e conceito: 70% das uvas provêm de Pinhel (vinhas de altitude em solos graníticos que trazem frescura) e 30% vêm da Cova da Beira/Fundão (zona mais quente que traz maturação e notas de cereja).
92 pts Revista de Vinhos - Cremoso, intenso, com notas aromáticas que recordam as cerejas do fundão. Domina as notas vege- tais secas, as tisanas que superam os frutos vermelhos, num ambiente atractivo. Acidez equilibrada, complexo e elegante. Perfil clássico mas com um twist de prova, entre a fruta, o vegetal, exuberante e fresco
Nariz não exuberante, mas nítido com sugestões de raspas de lima, toranja, maçã verde e leve aipo. Com corpo leve, mostra firmeza e definição, percepção mineral, textura cremosa providenciada pelo trabalho das borras, acidez (naturalmente) brilhante. Um vinho suculento e altamente gastronómico.