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Quinta de Amares Claustrum

11,80 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Amarelo palha, ligeira evolução, aromas citrinos discretos e fechados, folha de limoeiro seca, infusão de tília e perceção mineral. Seco, tenso, com acidez bem presente, denotando todas as virtudes de uma parcela de vinha mais fresca e maturações serenas. Uma bonita surpresa.
03716

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta de Amares
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
11

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A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
O 70/30 Reserva Tinto 2022 é um vinho da região da Beira Interior, produzido pelo projeto Martin Boutique Wines do escanção Pedro Martin. O nome reflete a sua origem geográfica e conceito: 70% das uvas provêm de Pinhel (vinhas de altitude em solos graníticos que trazem frescura) e 30% vêm da Cova da Beira/Fundão (zona mais quente que traz maturação e notas de cereja).
92 pts Revista de Vinhos - Cremoso, intenso, com notas aromáticas que recordam as cerejas do fundão. Domina as notas vege- tais secas, as tisanas que superam os frutos vermelhos, num ambiente atractivo. Acidez equilibrada, complexo e elegante. Perfil clássico mas com um twist de prova, entre a fruta, o vegetal, exuberante e fresco
A edição do Malhadinha Branco 2022, à semelhança de anos anteriores, denota um nariz que conjuga frescura e complexidade, fruta, barrica e algum floral em perfeita harmonia. Na boca, a estrutura é suportada por boa acidez resultando num vinho equilibrado e elegante com um final longo e persistente.
É um tinto encorpado com personalidade ímpar, aromas a violeta típicas das Casta Touriga Nacional. Frescura e acidez notória com notas de tosta e especiarias provenientes do estagio. Taninos finos, firmes mas suaves. Vinho longo com excelente potencial de envelhecimento.

Os vinhos Palato do Côa nascem no Douro Superior, junto ao vale do Côa, a partir de vinhas plantadas em solos xistosos e sob um clima de grande amplitude térmica. Este contexto favorece maturações equilibradas e origina vinhos de perfil concentrado, mantendo frescura e definição aromática.

Produzidos a partir de castas tradicionais da região, apresentam uma expressão que conjuga intensidade de fruta com estrutura e elegância. Dependendo do estilo e do estágio, podem revelar notas de fruta vermelha e preta, especiarias e subtis apontamentos de madeira, sustentados por taninos firmes e bem integrados.

Castas: Vinhas Velhas

Fiz referência a este número 2160, por ser a altitude da nascente do Rio Douro, este rio que se estende de Espanha a Portugal, dividindo em 2 distintas margens o Douro Superior, o Cima Corgo e o Baixo Corgo, de onde são selecionadas as uvas para fazer este vinho. Todas as uvas vêm de altitude e todo o Douro tem como Mãe a Serra de Urbión. Quis demonstrar a versatilidade da fruta e frescura da altitude, onde a acidez se torna a espinha dorsal destes vinhos. Assente em tons primários da fruta e em secundários da fermentação e contacto com as películas por 4 dias, mas acima de tudo pôr as mãos nesta magnífica região que é o Douro.
Cor vermelha muito profunda e densa. Aroma intenso e complexo, dominado pelos frutos pretos maduros, como amora e o "cassis", pelos aromas florais, como a violeta e complexado pelos aromas provenientes da sua "elevage" em barrica. Notam-se ainda alguns aromas característicos da evolução na garrafa, que contribuem para aumentar ainda a sua grande complexidade. É um vinho concentrado, denso, de elevada estrutura. Possui uma acidez equilibrada, taninos firmes e muito maduros, bem envolvidos no seu corpo e volume. O seu equilíbrio encontra-se num conjunto de sensações, onde a concentração, a riqueza e pujança se tornam decisivas. Estas características, em conjunto com a grande intensidade do seu aroma retronasal, conferem-lhe um final de grande persistência, que permitindo prever uma longa evo
ALLO tem uma cor amarelo citrino com um brilho prateado. Neste blend, o Alvarinho, com seu toque de fruta tropical e cheia de estrutura, contrasta com o Loureiro e suas notas florais e elegantes, resultando num vinho branco vivo e distinto. O teor alcoólico moderadamente baixo confere a este vinho, já por si tão vibrante, um equilíbrio único e peculiar.
Um vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias, conferidas pela madeira. Sabor rico, com taninos sumarentos bem presentes, onde a Touriga Nacional oferece elegância, juntamente com as notas frutadas da Touriga Franca, e volume proporcionado pela Tinta Roriz, terminando persistente e saboroso. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes c
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Região: Mesão Frio, Douro
Vinho de cor rosa pálido, elegante e intenso no aroma, notas de frutos vermelhos e do tostado da barrica. Cheio e suave na boca, acidez firme e final persistente e encantador.
Castas: Touriga Franca (50%), Tinta Roriz (30%) e Touriga Nacional (20%)