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Quinta do Espinho Colheita Tinto

9,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
De cor rubi, densa e intensa, e aromas maduros com notas de frutos vermelhos. Na boca o vinho é expressivo e equilibrado, mineral e com taninos maduros no final.
04341

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta do Espinho
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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A colheita de 2021 apresenta um Marqués de Murrieta com um carácter vibrante. No nariz, groselha e amora entrelaçam-se com alecrim e hortelã, sobre um fundo de cedro e especiarias. Na boca, destaca-se pela frescura estruturada, com uma acidez elegante e taninos suaves que se fundem num final de frutos silvestres e framboesa cremosa.
Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto. Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais. Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
O Dez Tostões tinto é um vinho cheio de personalidade, com uma cor rubi intensa e profunda. No nariz, revela um aroma quente e cativante, onde se destacam notas de frutos pretos do bosque, envolvidas por um toque subtil de especiarias. Na boca, é rico e cheio, com taninos bem presentes que lhe conferem estrutura e carácter. Um tinto alentejano que combina na perfeição a elegância da Touriga Nacional, a profundidade do Alicante Bouschet e a versatilidade do Aragonês, resultando num vinho equilibrado e envolvente. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da
ROLA Reserva Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito aromático e elegante. Fruta madura, ameixa, especiarias e notas de madeira. Um vinho de taninos vivos, final longo e persistente.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
São as cores mais profundas das peles azuladas da Touriga Nacional que primeiro nos chamam a atenção, e depois os aromas densos e frescos que se escapam dos bagos como se viajassem numa pequena nuvem até chegar à calma da última gota. Os aromas varietais, tão únicos e inconfundíveis, ora nos remetem para a delicadeza da violeta, ora nos revelam a flor de laranjeira misturada com frutos silvestres - mirtilos e amoras - tudo em perfeita harmonia.
Blend II. Vinho de cor retinta com ligeiros laivos atijolados. Expressivo no nariz, com notas de fruta preta, chocolate, alcaçuz, esteva e fumo. Na boca, é um vinho muito gordo, de grande persistência e frescura.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.