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Romaneira Pulga Branco

38,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.
04565

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta da Romaneira
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
De cor amarelo limão vibrante, este branco reserva é um espetáculo de frescura e complexidade. Aromas de frutas exóticas são harmonizados com notas de madeira e baunilha bem integradas. Na boca, é elegante e volumoso, com uma acidez viva que prolonga o prazer. Um vinho que não passa despercebido.
O Marqués de Murrieta Reserva 2020 é um vinho tinto ícone de Rioja, Espanha, elaborado com predominância de Tempranillo (aprox. 82% a 88%), além de Graciano, Mazuelo e Garnacha. Com 14% de teor alcoólico, passa por 21 meses em carvalho, resultando em um perfil clássico, elegante, com notas de frutas vermelhas/negras maduras, especiarias e toques balsâmicos.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal. Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete. “Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. ​No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
O Alto dos Amores – provavelmente, a mais extraordinária paisagem do Dão – foi, desde sempre, o ponto de encontro dos casais apaixonados da Vila de Santar. Se, em tempos, a magia desta paisagem servia para conquistar corações, hoje, as uvas que ali nascem, servem para conquistar o gosto mais exigente dos apaixonados por vinho. É esta história de amor que serve, diariamente, de inspiração a todos os que trabalham para produzir este monocasta de Touriga Nacional da Casa de Santar.

O Menin Grande Reserva Branco resulta de uma selecção cuidada de parcelas de Arinto, apresentando um perfil fresco e sofisticado. A elegância aromática traduz o carácter do terroir, conferindo-lhe identidade e equilíbrio.

Vinho de cor citrina e intensidade média. No aroma revela-se muito complexo e elegante, com notas de chá verde, toranja e hortelã pimenta. Na boca revela grande estrutura e untuosidade, pleno de mineralidade e classe.

Ano 2022

100% Arinto

Vol. 13%

Cor Rubi intenso. Aroma Profundo, denso e complexo. Destacam-se os frutos vermelhos e pretos maduros, notas especiadas e sugestões de tabaco. Nariz com grande precisão. Paladar com ataque guloso, muito perfumado em boca, taninos presentes que conferem uma boa estrutura, amplo, acidez equilibrada e com um final muito longo.