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Colares Ramisco 2013

29,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam. As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura. O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.
04682

Ficha informativa

Colheita
2013
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Fundação Oriente
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
Cor ruby clara típica da casta. Aromas de cerejas e ameixas pretas. Na boca apresenta nuances de tosta discreta bem integrada e que lhe confere elegância. A sua persistência e delicadeza permitem compreender a sua função gastronómica.
Um branco fresco, elegante, preciso, cujo nariz e prova fazem lembrar a magia do pó de arroz. Um vinho onde o menos é mais, feito em cuba de betão e a partir das 15 castas existentes numa vinha velha do Dão. Cítrico, floral e mineral, de nariz fresco e uma elegância delicada e leve (tem 13% mas não damos por ela, tal é o seu equilíbrio) e de boca fina, oferecendo uma prova sem altos nem baixos. Um vinho em que a enologia se “limitou” a realçar a natureza e uma colaboração entre a Defio Wine, Carlos Raposo, Burel Factory (que assina o bonito e condizente rótulo em burel) e WiseShape (cubas em betão 100% portuguesas).
Rubi profundo com centro completamente opaco. Aroma muito intenso de fruta preta tipo amoras e cassis, cedro, couro, fumo e tosta madeira. Muito encorpado, com taninos poeirentos, lembrando pó de giz. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova. Final muito longo.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto. Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,
O Vinho Vilarissa Valley Branco, a sua colheita ocorreu no início de setembro. Após uma criteriosa seleção, as uvas foram fermentadas em cubas de inox com temperatura controlada de 15oC. O vinho é estabilizado e filtrado antes do engarrafamento em Gaia.
O Líquen Encruzado 2021 é um vinho branco de excelência produzido pelo enólogo João Cabral de Almeida na prestigiada Região Demarcada do Dão. Elaborado inteiramente a partir da casta autóctone Encruzado, este vinho destaca-se pelo seu perfil sério, estruturado e com um enorme potencial de guarda.
Uva
  • Touriga Nacional
  • Touriga Franca
  • Tinta Roriz
Apresenta boa estrutura, com taninos firmes e maduros, encorpado, com uma acidez bem equilibrada, tudo bem envolvido no seu corpo. Proporciona um final persistente, harmonioso e de grande elegância.