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Bical Zero

28,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Irreverente, explosivo e fora da caixa.
04736

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Luís Pato
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
11

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Um dos vinhos mais prestigiados e emblemáticos da Austrália, esta colheita reflecte um equilíbrio excecional entre tradição, inovação e qualidade. De cor vermelho-púrpura com laivos negros, apresenta aromas poderosos e complexos de frutos pretos maduros (amora, ameixa), chocolate preto e alcaçuz, com notas subtis de especiarias doces, baunilha e carvalho tostado provenientes do seu envelhecimento em barris de carvalho americano. O bouquet evolui com o tempo, oferecendo nuances terrosas, couro, tabaco e, por vezes, violeta.
Poderoso vinho tinto no icônico estilo ultramarino, com 18 meses de estágio em barricas de carvalho pequeno; o Grange BIN 95 da Penfolds encanta com sua estrutura opulenta e profundidade luxuosa.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Núcleo amarelo limão com nuances de cor verde flecks. Extraordinariamente intenso, complexo, com notas minerais de toranja e notas de carvalho bem integradas e de grande qualidade. Surpreendentemente amplo, cheio de volume, concentração e com boa acidez. O resultado é um perfil elegante, fresco e bem equilibrado. Final muito longo e persistente.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
Quinta da Vacaria Reserva Tinto Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, provenientes de vinhas instaladas em solos xistosos, com exposição solar a sul e situadas entre os 70 e os 300 metros de altitude. A fermentação inicia-se em lagares, um método tradicional que contribui para a intensidade da cor e riqueza de sabor, seguindo-se um período de estágio em barricas. No copo, revela uma cor rubi profunda e expressiva, com aromas intensos de frutos vermelhos, elevada complexidade e um carácter bem definido.
A Herdade do Arrepiado Velho, em Sousel, Alto Alentejo, renasceu em 2001 após anos de abandono. O monte alentejano do séc. XIX foi reconstruído com a arquitetura tradicional, oferecendo espaços de rara beleza. Com 100 hectares, destaca-se a barragem entre vinhas e olival, proporcionando uma tranquilidade única do Alentejo. Em 2002, 33 hectares de vinha foram plantados, num terroir excecional com solos xistosos e temperaturas amenas. A "Vinha dos 100 pontos", criação de David Both e António Maçanita, une conhecimento e inovação, resultando em vinhos distintos. Com Nuno Ramalho como viticultor atual, as castas incluem Touriga Nacional, Syrah, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Antão Vaz, Chardonnay, Riesling, Viognier e Verdelho. Sob o comando de António Antunes, os vinhos são únicos e sedu

Uvas frescas no seu ponto ideal de maturação, apanhadas à mão para caixas de 20 kg, são transportadas para a adega onde foram sujeitas a uma criteriosa escolha manual, desengace e suave esmagamento.

Vinho de cor citrina esverdeada, com aromas expressivos de fruta cítrica (Toranja) em perfeita sintonia com notas de tosta e florais. Na boca, tem muito volume e estrutura, suportadas por uma acidez viva e refrescante

100% Siria

Beira Interior

Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém.

Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.

Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.

Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem. O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Apresenta aroma complexo com notas de fruta fresca, baga de bosque e caruma, ligeira nota de fumo. Na boca, é intenso e fresco, com grande profundidade, com acidez bem presente mostra uma estrutura sólida com tanino presente, vivo e equilibrado.
O Quinta da Vacaria Ah Galego! branco é um vinho produzido a partir da aromática casta Moscatel Galego, e apresenta-se de cor amarelo claro com aroma intensos à casta que lhe dá origem. De média concentração, é refrescante e equilibrado, com notas frutadas e acidez refrescante. O seu final de boca é persistente, tornando-o ideal para apreciadores de vinhos frutados e aromáticos. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua
Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.