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Quinta do Espinho Gr. Reserva Touriga Nacional 2015

32,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis

O Quinta do Espinho Grande Reserva Touriga Nacional é um vinho de produção seletiva, reservado apenas a anos de colheita em que se reúnem as condições ideais para garantir a sua elevada qualidade.

Este monovarietal Touriga Nacional apresenta uma cor viva e intensa e liberta aromas maduros dominados por notas de frutos vermelhos.

Na boca, revela-se concentrado e elegante, exibindo um excelente equilíbrio entre a intensidade da fruta e a subtileza da madeira. É um vinho complexo, fresco e com um final longo, destacando-se pela sua forte personalidade e com potencial de evolução em garrafa garantido por vários anos.

 

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A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente. A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas
Região: Dão.
Cor: Ruby profunda. Aroma: Intenso, com notas silvestres, fruta escura, resina e pimenta preta. Boca: Na boca tem grande complexidade, com taninos maduros bem presentes e um final longo e persistente.
Castas: Camarate, bastardo e pilongo
Existe opção caixa com 2 garrfaas.

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
Nós apresentamos um vinho pensado para partilha: o 100H Tinta Barroca em garrafão de 2 L, destinado a quem procura uma opção prática para refeições e convívios. É uma escolha confortável para jantares informais, churrascos e refeições em família, quando pretende servir várias pessoas sem rupturas.
O Herdade Papa Leite Pacto do Diabo branco nasce da combinação harmoniosa de Moscatel, Chenin Blanc e Viognier, reunindo a frescura aromática e a expressividade destas três castas. De cor palha aberta, apresenta um perfil mineral subtil, enriquecido por notas de mel e pêra madura que lhe conferem delicadeza e profundidade. Na boca, mostra-se equilibrado e envolvente, com uma densidade que se prolonga ao longo da prova e reflete as mesmas sensações encontradas no nariz. Um branco elegante, preciso e cheio de carácter. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
É carnudo e fluido, com frutas suculentas e suculentas de ameixa e framboesa e notas elevadas de esteva e sálvia. Um atraente veio mineral esfumaçado (em vez de madeira) corre por ele. Pervasivo e persistente. Um pano de fundo de taninos atalcados e maduros confere uma textura sutil. Muito corpo e comprimento.
Vinho muito fresco e complexo, com fruta cítrica, em harmonia com discretas nuances florais e fortes notas minerais próprias do “terroir”, complexado por ligeiras notas de madeira. “Battonage” por um longo período confere-lhe um volume de boca surpreendente. Final muito longo, fresco e mineral. É um branco ideal para acompanhar todo o tipo de peixes, marisco ou carnes brancas.
100% rabigato
Gastronomia
Pratos de peixe e carne branca, risottos
Aroma
Aromas frescos de flores e frutos brancos e também algumas notas de zimbro e baunilha
Sabor
Na boca mostra-se um pouco salgado e mineral, típico da casta Rabigato, com uma concentração e uma acidez prolongada
Cor
Amarela e tom brilhante
Vinho branco, proveniente de uma vinha onde a casta Arinto reina, revela-se muito cítrico e mineral de característica Atlântica, harmonizando as notas de ananás, baunilha e especiarias, provenientes da curta interação com a madeira. Foram produzidas cerca de 300 garrafas, numa edição curiosa para consumir agora ou guardar para mais tarde.