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Vinho Maria Papoila Loureiro e Alvarinho

8,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
De cor citrina, aroma Intenso, com notas de mineralidade e frutos de polpa branca. Na boca é um vinho com grande volume e estrutura, tudo muito bem equilibrado com a acidez. Final Longo e persistente.
00853

Ficha informativa

Tipo de vinho
Branco
Produtor
Lua Cheia - Saven
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
11.5

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O Château Coucy é macio, frutado e agradável ao paladar. É um vinho de mesa que harmoniza bem com pratos simples e até sobremesas. Recomendamos com carnes vermelhas (cordeiro) ou brancas (frango). Vinificação: fermentação alcoólica em cubas com temperatura controlada (a uma temperatura média de 28°C). Fermentação malolática em cubas, onde 1/3 da produção estagia em barricas de carvalho francês durante 12 meses para conferir ao vinho mais corpo e estrutura. O restante estagia em cubas de betão.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
Cor: Palha brilhante com reflexos citrinos. Aroma: Intenso, profundo e complexo. Notas a flores brancas como a tília e madressilva, frutos de árvore como pêras, damascos e ameixas brancas. Leves notas a especiarias. Na boca: Ataque untuoso. Acidez equilibrada que confere uma enorme personalidade à prova. Mineral. Final longo, elegante e crocante. Um vinho com alma.
O Quinta Maria Izabel Sublime Tinto 2017 é um vinho topo de gama de perfil excecional e elegante da Região Demarcada do Douro. Desenhado em colaboração com o conceituado enólogo Dirk Niepoort, destaca-se por fugir ao perfil tradicionalmente pesado do Douro, assemelhando-se à fineza e frescura dos vinhos da Borgonha.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
Cor amarelo dourado, aroma muito complexo e elegante a frutos secos, alperce, mel e flores silvestres. De boa harmonia na boca, com média doçura e boa acidez, mostra excelentes sabores a frutos brancos maduros e algum tostado da barrica.
Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado. Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Com uma cor petróleo pouco convencional e ligeiramente nublada, este vinho revela no nariz uma exuberância intrigante, onde toques oxidativos se fundem com uma leve redução, lembrando pólvora. A fruta cristalizada surge subtilmente em segundo plano, acrescentando uma delicadeza que se equilibra com a intensidade do conjunto. Na boca, o vinho arranca de forma fina, ganhando um volume impressionante à medida que se desenvolve, terminando com uma presença dominante e marcante. De caráter original, é um vinho gastronómico que combina complexidade e força, perfeito para harmonizar com pratos desafiadores e para aqueles que buscam uma experiência única e memorável.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.