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Nostalgia Alvarinho 10 Barricas - Caixa 3

65,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor de limão amarelo. Aroma muito pronunciado, dominado por toranja e notas minerais. Vinho branco bem estruturado, mas surpreendentemente fresco, devido à acidez de alta qualidade. Final extremamente longo e persistente.
00856

Ficha informativa

Colheita
2016
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Lua Cheia - Saven
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Com uma cor rubi carregada, este vinho revela uma elegância e complexidade no aroma, proporcionadas pelos toques de especiarias e baunilha adquiridos durante o estágio em barricas de carvalho francês. Surge também uma agradável fragrância de fruta vermelha fresca. Em boca, apresenta taninos marcados e boa estrutura, culminando num final longo e volumoso.
Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento. Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.
Cor rubi intensa de grande profundidade, aroma de enorme complexidade marcado pelas notas especiadas com fruta vermelha e balsâmico mentolado, na boca revela um equilíbrio harmonioso em todo o seu conjunto mostrando-se um vinho de estrutura e carácter com grande persistência terminando com um final de boca de classe ímpar.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
Aroma de boa complexidade com saliência para os frutos pretos como a ameixa, especiarias a pimenta, cravinho e ligeiro caril, componente balsâmica a cedro e a caixa de tabaco, algumas notas arbustivas e madeira muito bem integrada.
Vinho tinto obtido pelas castas Merlot e Syrah. As uvas colhidas manualmente e a seleção cuidadosa, cria este vinho de carácter especiado com notas de fruta madura. Estagia cerca de 24 meses em barricas de carvalho, tornando-se um vinho com perfil adequado para guarda. Foi a partir de 1700, que a Família Meireles começou a cultivar uvas e produzir vinho em Celorico de Basto, concelho situado na Província do Minho, região Norte de Portugal. Em 1980, Gonçalo Cristovam Meireles Dias, casado com D. Angela Maria Meireles Dias, assumiu a Quinta da Cerca, uma das belas propriedades da Família Meireles. A partir desta época, começaram a investir na expansão da produção de vinho na região dos Vinhos Verdes, construindo uma nova adega com maior capacidade de produção de vinho. Hoje em dia, a Adega
A vindima de 2022 foi marcada por uma floração precoce devido às altas temperaturas da primavera, seguida de um verão quente e seco com pouco vento norte, permitindo uma transformação completa dos açúcares em álcool e produzindo vinhos concentrados e expressivos.
Vinho de cor granada escura, revelando notas vibrantes de frutos negros, compota, de especiarias e tosta. Taninos nobres cheios de garra num final poderoso. Grande potencial de envelhecimento.
O Quinta do Tamariz Pet Nat Loureiro 2022 é um espumante extra bruto, elaborado com uma seleção de uvas da casta Loureiro. É produzido através do método ancestral, tendo o final da fermentação ocorrido em garrafa, estando por este motivo, sujeito a criar depósito. Apresenta um aroma a frutos brancos e a flores. Na boca revela muita fruta fresca, como maçã e pera, com acidez média, muito fresco e um final agradável. Um Pet Nat para se desfrutar a qualquer hora do dia! 
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX. Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.
Quinta do Javali Clos Bonifata Branco 2023 é uma expressão de terroir pura e envolvente do Douro, que conjuga frescura ácida, mineralidade evidente e intervenção mínima. Dirige‑se a quem valoriza vinhos brancos vibrantes, com carácter, sem excessos de madeira, e com forte sensação de lugar.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à