Vinho de grande vivacidade, perfil muito fresco e elegante. O estágio em barrica de luxo potência a sua acidez e revela-se no aroma, floral citrino maduro, ervas secas. Apresenta uma excelente evolução, muito persistente e um final de boca que prima pela excelência.
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Head Rock Tinto Grande Reserva
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Notas de ervas aromáticas secas, tomilho limão, alecrim, flores do campo. Intenso, exuberante, cheio de garra e personalidade.
Vinho de cor rubi aberta, com aroma fresco a fruta e notas florais. Na boca ressurge a frescura sentida no nariz, envolvida por taninos sedosos, terminando com grande elegância e equilíbrio.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros.
Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
Cor rubi. Aroma intenso, complexo com predominância em frutos vermelhos, especiarias e pimenta. Na boca tem um excelente volume, acidez bastante presente e bem integrada, taninos finos e intensos fazendo este vinho longo.
Elaborado com as castas Loureiro, Arinto e Trajadura, o Quinta São Gião Branco apresenta cor citrina, aroma floral e notas cítricas, fresco e com final de boca persistente.
O Lilipop tinto 2019 é o vinho mais carismático da Quinta de Tourais. Começamos por enumerar algumas castas que já não são muito usuais no Douro, como, Baga, Jean, Bastardo, Touriga, Brasileira, Tinta Francisca, Alicante Bouschet, Tinta Roriz entre outras. Este vinho apresenta-se, fresco e leve, com apenas 13% de álcool, sem qualquer correcção de acidez foi vindimado em Agosto por Ph ideal. Tem uma optima estrutra, mas afasta-se um pouco dos vinhos tradicionais do Douro. Consideramos este vinho muito elegante, com ainda notas vegetais, fruta vermelha, fruta preta e muito especiado. Tem algumas notas de bosque e cogumelos. Boca elegante preenchida e com final persistente. Tem 10 meses em barricas de carvalho Francês usadas.
O vinho do Enxarrama é bastante tinto e encorpado, crystallino, cheiro tartsoso, e não suave, de sabor quente e macio, com travo (...) bem pronunciado. Não é um vinho alcoólico, nem aromático, é um vinho forte e bastão, que bem por causa do seu tanino pode tolerar o seu volume em álcool (...) Talvez por estas razões, quasi tanto por suas outras qualidades, é elle mais que nenhum outro de Évora procurado para a venda a retalho nos armazéns de Lisboa.
Vigoroso na cor e no aroma, onde predominam as notas florais e a fruta madura em harmonia com a madeira. Na boca evidencia boa estrutura, sabores maduros, frescura e taninos vigorosos que lhe dão um longo e saboroso final.
De aspeto limpo, brilhante e cor granada com boa intensidade, este vinho é complexo, profundo e elegante. Sobressaem aromas de grande complexidade, com nuances aromáticas que combinam com frutos do bosque, notas balsâmicas e especiarias. No palato revela-se profundo, elegante, complexo, com final de boca elegante e longo.
Dentro desta garrafa, de um 100% Viosinho, está toda uma estética e abordagem pessoal à casta. Várias texturas da mesma casta, através da vindima em duas fases e em duas parcelas bem distintas na Quinta da Assolveira, no Vale do Rio Pinhão. A guarda do vinho foi tão importante quanto as duas (e distintas) vindimas, porque o meu desejo foi quebrar a fruta exuberante da casta, buscando o seu lado mais “amanteigado” e menos terpénico. O uso de duas tanoarias francesas e uma húngara apenas contribuem para tornar a prova deste Viosinho em algo inesquecível.
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho.
Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
É um vinho de aroma muito intenso, com notas cítricas e florais, distintas e elegantes, onde as qualidades da variedade são bem vincadas.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Quinta São Gião Vinhão, resulta de uma cuidadosa seleção das uvas, com a tradicional pisa em lagar de pedra. Este é um vinho de cor intensa, frutado, com notas de frutos silvestres, complexo e estruturado, com final longo e persistente.