Quinta de Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
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Cachaça MAGNIFICA – Cachaça, Minas Gerais, Brasil. 40% vol
Vinho de cor profunda, com laivos violeta. Aroma complexo e intenso, onde se destacam os frutos negros maduros em conjunto com aromas balsâmicos e notas de especiarias provenientes do estágio em barrica. Na boca é firme e concentrado, com acidez equilibrada, possui taninos maduros bem envolvidos no seu corpo e volume. Final de boca longo e persistente. 1,5L
Macallan A Night on Earth The Journey – Whisky Single Malt, Speyside / Highland / Islay / . 43% vol
Puro, natural e despojado, revela uma leveza apimentada e gananciosa, que o torna macio, fresco e apetitoso a qualquer momento do consumo.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
Pablo Crazy Gin DRY/ LONDON DRY – Portugal; Gin, Vários. 43% vol
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Medronhomel – Aguardente Medronho, Região demarcada. 45% vol Todo o aroma característico do medronho e do mel serranos, numa bebida de excelência que concentra o melhor que a Serra tem para oferecer.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Cor vermelho cereja pálido. Maravilhosos aromas doces: ervas quentes, frutas cereja. Tão puro e elegante com um toque frondoso. Na boca é macio, quente e com uma fruta adocicada. Leve e soberbamente elegante, com lindas notas de cereja e ervas e taninos sutis. Vinho adorável.
O Vieira de Sousa Tinta Francisca Tinto 2020 é produzido a partir da casta Tinta Francisca, de um talhão localizado a uma cota baixa numa das Quintas da Família. Com o objetivo de fazer um vinho diferente, com uma casta tradicional do Douro, optamos por fazer uma fermentação separada com pouca intervenção. Por sua vez foi armazenado em cubas em inox e engarrafado em 2021.
Versátil na mesa, acompanhando pratos leves de carne ou peixe, ou simplesmente uma boa conversa. Vinho elegante, complexo e muito fresco.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.