Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Vinho
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Fermentação e estágio em barrica a oferecer complexidade e exuberância olfativa. Florais e notas cítricas predominantes a contribuir para o equilíbrio e frescura de um vinho de grande amplitude.
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Amarelo limão brilhante. Aroma complexo com evidente fruta de polpa branca, bem integrada numa tosta fumada. Notas de lima e pedra molhada, conjunto em crescendo e em múltiplas camadas. Boca texturada, com subtileza e cremosidade. Ampla, bem equilibrada por uma acidez vertical e tensa. Conjunto de fino recorte, longevo. Final demorado. Um clássico.
Este vinho foi produzido com uvas de uma única vinha da casta Encruzado, da Quinta do Ribeiro Santo, plantada entre 400 e 600 metros acima do nível do mar, em solos graníticos com grandes afloramentos rochosos e influenciada pelos rios Dão e Mondego.
Apresenta uma cor dourada e um aroma complexo com notas de fruta branca, citrinos e nuances de pedra molhada. Na boca, é fresco, com estrutura e acidez vibrante que demonstra potencial de envelhecimento. O final é longo e vibrante.
Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando início à produção do seu primeiro vinho engarrafado com marca própria,
Frutos de polpa amarela, um traço cremoso e rico de baunilha, e um lado químico que lhe aumenta o mistério. Poderoso na boca, cheio de vigor, mas sempre contido, com acidez integrada, final reservado, equilibrado, com uma secura que sugere pratos ricos como uma caldeirada à fragateiro.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Fruta, frescura, equilíbrio complexadas por um ligeiro estágio em madeira são as principais características deste vinho. Aromas com notas de pêssego e final longo e mineral. Este vinho é um branco ideal para acompanhar peixes, mariscos, carnes brancas e saladas.
De cor amarelo limão vibrante, este branco reserva é um espetáculo de frescura e complexidade. Aromas de frutas exóticas são harmonizados com notas de madeira e baunilha bem integradas. Na boca, é elegante e volumoso, com uma acidez viva que prolonga o prazer. Um vinho que não passa despercebido.
O Mirabilis branco é um vinho sublime feito com uvas provenientes de pequenas vinhas centenárias do Douro, onde predominam o Viosinho e o Gouveio. No paladar é suave e crocante, com extrema elegância e um equilíbrio perfeito entre frescura, estrutura e acidez.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a car
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
Um vinho límpido e citrino.
Com aroma intenso, fresco e frutado com notas de madeira e tosta.
No paladar revela-se muito complexo, suave, com equilibrio entre álcool e acidez.
Tem ainda um final de boca muito longo, persistente e suave.