O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
Vinho
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Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838.
As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro.
Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão.
O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Imponente e profundo no nariz, pleno de mato seco, bagas maceradas, a fruta muito pura associada a barrica discreta, que lhe confere o lado especiado e fumado. Taninos gordos e maduros, bem envolvidos e polidos pelo tempo, rico, mas, ao mesmo tempo, fresco, com muita classe, muito carácter e sentido de origem.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Vinho 100% Tinta Barroca com cor vermelha viva e com aromas intensos a frutos vermelhos e bosque. Na boca, riqueza e precisão, revelando notas de cereja e ameixa ligeiramente equilibradas por nuances balsâmicas e picantes. Final fresco e prolongado.
De cor vermelho cereja escuro com rebordo encarnado, limpo e intenso, tem um nariz de frutas vermelhas, minerais, coco, madeira e toques de especiarias, potente, espressivo e elegante e apresenta uma boca potente, frutado, tostados, intenso, com boa acidez e final comprido e ligeiramente fumado.
Culmen Reserva é um clássico da adega LAN e de La Rioja. Culmen Reserva é feito a partir das variedades Tempranillo (85%) e Graciano (15%). As uvas provêm de uma rigorosa seleção de vinhas com mais de 40 anos em Rincon (Viña Lanciano). Os vinhedos têm uma produtividade de 3.800kg por hectare.
O vinho mais emblemático e lendário de Rioja, produzido apenas nas melhores safras. Uma obra-prima vinícola que alcançou a pontuação perfeita.
O Pezat 2022 apresenta uma cor granada-púrpura de intensidade média a profunda. Surge da taça com notas de ameixas suculentas, cerejas pretas e chá de hortelã, com toques de bolo de especiarias e cravinho. O paladar, de corpo médio, é vibrante e suculento, com taninos suaves e uma espinha dorsal vivaz, terminando com um toque picante.
A colheita de 2021 apresenta um Marqués de Murrieta com um carácter vibrante. No nariz, groselha e amora entrelaçam-se com alecrim e hortelã, sobre um fundo de cedro e especiarias. Na boca, destaca-se pela frescura estruturada, com uma acidez elegante e taninos suaves que se fundem num final de frutos silvestres e framboesa cremosa.
Château Lafite Rothschild é uma propriedade vinícola na região de Pauillac em Médoc, que produz um dos vinhos tintos mais procurados e caros do mundo. O Grand Vin é conhecido pelo seu perfume, elegância, requinte e harmonia, e as grandes colheitas podem envelhecer durante 50 ou mais anos.
O vinho mais caro da região de Bordéus teve um começo muito humilde. Em comparação com os melhores vinhos de Bordéus em Médoc, é também um produtor relativamente novo, apesar de as pesquisas mostrarem que os registos mais antigos sobre a história de Pétrus remontam a meados da década de 1750, tornando-o, igualmente, uma das mais antigas propriedades estabelecidas em Pomerol.
Jean-Francois Moueix e a sua descendência são hoje os proprietários de Pétrus. Quando Jean-Pierre Moueix faleceu em 2003, o seu filho mais velho com o mesmo nome, tomou conta de Pétrus, enquanto, Christian Moueix, o seu outro filho geria a produção. Assim, em 2005 Pétrus beneficiou de uma renovação e modernização das suas caves. O capítulo seguinte para a história de Pétrus abriu em 2008, quando Olivier Berrouet, de 3
Produzido a partir das castas Carménère, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, este vinho tinto chileno apresenta-se com uma intensa cor rubi com nuances púrpura e um nariz muito expressivo, rico em aromas de fruta vermelha madura, figos secos e elegantes toques de especiarias doces. Na boca ergue-se em taninos firmes, bem integrados e duradouros.
Os vinhos Almaviva são o resultado de uma parceria entre a Viña Concha y Toro, um dos maiores produtores de vinho chileno com prestígio histórico, e Château Mouton Rothschild. O objetivo desta parceria, seria criar um vinho Premium Franco-Chileno de qualidade excecional, que se viria a chamar Almaviva.
O primeiro vinho a ser lançado com este conceito foi em 1998, e logo de seguida, ascenderam ao sucesso internacional.
Este é um vinho produzido a partir das castas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carménère dos 50 hectares de vinha que Concha y Toro possui em Puente Alto, seguindo a enologia clássica francesa. Nesta área, o terroir é excecional para produzir vinhos de grande caráter, prontos para competir com os melhores vinhos tintos do mundo.