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Petrus 2007

5 150,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O vinho mais caro da região de Bordéus teve um começo muito humilde. Em comparação com os melhores vinhos de Bordéus em Médoc, é também um produtor relativamente novo, apesar de as pesquisas mostrarem que os registos mais antigos sobre a história de Pétrus remontam a meados da década de 1750, tornando-o, igualmente, uma das mais antigas propriedades estabelecidas em Pomerol. Jean-Francois Moueix e a sua descendência são hoje os proprietários de Pétrus. Quando Jean-Pierre Moueix faleceu em 2003, o seu filho mais velho com o mesmo nome, tomou conta de Pétrus, enquanto, Christian Moueix, o seu outro filho geria a produção. Assim, em 2005 Pétrus beneficiou de uma renovação e modernização das suas caves. O capítulo seguinte para a história de Pétrus abriu em 2008, quando Olivier Berrouet, de 3
04563

Ficha informativa

Colheita
2007
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Château Pétrus
País
França
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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De uma complexidade aromática quase indescritível, é um grande branco que se mostra firme, de textura sedosa e finíssima linearidade. Com uma elevada concentração, é um vinho magnífico de uma acidez vibrante que só o Dão pode oferecer, terminando longo, persistente e muito preciso.
Os tons amarelo-esverdeados, as suaves notas a frutos tropicais como ananas e líchias, um ligeiro toque de pêssego e cítricos revelam-nos uma boca elegante e fresca onde a acidez e os taninos equilibrados lhe conferem um final longo.
Conhecida, desde sempre, como uma das mais nobres regiões vitivinícolas do mundo pelos seus Vinhos do Porto - hoje melhores do que nunca – a região do Douro tem vindo a reinventar-se como produtora de vinhos de mesa marcantes. A Romaneira está na vanguarda desta revolução. Os vinhos da Quinta da Romaneira, em que se destacam os aromas selvagens do Douro e a fruta exuberante, aliados à subtileza e elegância do Velho Mundo, constituem, atualmente, uma agradável descoberta para qualquer grande amante de vinhos.
Aroma frutado forte com notas de frutos silvestres e notas balsâmicas. Na boca mostra sabores de frutos vermelhos e silvestres combinados com taninos equilibrados e estruturados. Apresenta uma acidez muito fresca.
Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.
Este Vinho Verde é produzido exclusivamente com uvas tintas da casta Vinhão. O método de produção deste vinho é um processo estilo “Curtimenta”. Este método consiste em esmagamento das uvas para lagar de pequena dimensão com pisa e remontagem do mosto para extracção máxima da cor presente nas cascas da uva. É um Vinho Verde com estilo típico, elegante e versátil, perfeito para saborear com comida tradicional minhota.
Cor rubi profundo, com fruta preta, baunilha e especiarias. Vinho de elevada concentração, sedoso com uma acidez muito bem integrada. Notas de baunilha, fruta preta e especiarias. Estagiou em barricas de carvalho francês “Allier” com 300 Litros de capacidade, durante 12 meses.
ESGOTADO
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Cor vermelha intensa e profunda, este vinho apresenta um aroma complexo, intenso, com notas de frutos vermelhos, morango, cerejas e framboesas muito maduras ou em compota, flor de laranjeira com nuances de moka e frutas cristalizadas. No paladar, o vinho tem um ataque redondo volumoso e com uma boa presença de taninos, que, pelas castas e personalidade, se apresentam provocantes e robustos, mas de textura sedosa. A mostrar densidade, o corpo termina de forma longa e persistente.
O 70/30 Reserva Tinto 2022 é um vinho da região da Beira Interior, produzido pelo projeto Martin Boutique Wines do escanção Pedro Martin. O nome reflete a sua origem geográfica e conceito: 70% das uvas provêm de Pinhel (vinhas de altitude em solos graníticos que trazem frescura) e 30% vêm da Cova da Beira/Fundão (zona mais quente que traz maturação e notas de cereja).
92 pts Revista de Vinhos - Cremoso, intenso, com notas aromáticas que recordam as cerejas do fundão. Domina as notas vege- tais secas, as tisanas que superam os frutos vermelhos, num ambiente atractivo. Acidez equilibrada, complexo e elegante. Perfil clássico mas com um twist de prova, entre a fruta, o vegetal, exuberante e fresco
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
Um vinho com grande potencial de envelhecimento, mas pronto a ser consumido já. Apresenta aromas florais e de frutos pretos maduros, com ligeiras notas de especiarias, o que lhe confere uma excelente complexidade. É um vinho encorpado, longo e sedoso, com taninos elegantes e suaves. Um vinho com nuances violetas. Já foi considerado um dos dez melhores vinhos do mundo pela revista “Spirito di Vino”. Atualmente, figura entre os melhores vinhos acima dos 60€ (Vivino). Outras distinções: 18,5 pontos na Revista de Vinhos.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg