Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
O Quinta do Cerro da Nora Superior tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, apresenta cor vermelho-rubi intensa e límpida. No nariz revela um perfil muito frutado, com notas de frutos vermelhos acompanhadas por delicados apontamentos de flores silvestres.
Na boca é rico e encorpado, com a fruta em destaque. Os taninos mostram-se bem integrados, conferindo equilíbrio e uma agradável sensação de frescura. O final é longo e persistente.
Vinho de intensidade média e rubi. No nariz intensidade média, amora, azeitona, ameixa, pimenta branca, bosque, leve terra e folhas secas. Na boca, Lufinha Herdade do Cebolal Tinto é seco, de acidez alta, álcool médio, tanino áspero, corpo médio, intensidade média, amora, azeitona, ameixa, pimenta branca e final longo.
Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto.
Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais.
Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.
Cor rubi fechada. Destaque principal para a combinação de frutos vermelhos, frutos silvestres, aromas de violetas com especiarias provenientes da madeira. Entrada cativante e suave, seguida de uma elegância fresca e cativante em combinação com alguma madeira fumada. Termina cremoso, intenso e com carácter.
No terroir único da casa Marcolino Sebo no ano de 2018, nasceu este vinho de características únicas, com os seus 18 graus, proporcionando assim uma experiência única!
É um vinho de cor granada de tons acastanhados resultado de alguma evolução. Aroma com complexidade, onde sobressaem passas de ameixa, frutos secos, especiarias e algumas notas de tosta provenientes do estágio nas barricas
Na boca é um vinho macio e encorpado com taninos redondos, bastante persistente e equilibrado
Estágio de 12 meses em barricas de carvalho Francês seguido de permanência em garrafa
Ideal para acompanhar carnes tradicionais, como cozido á portuguesa, cabrito ou borrego assado.
Cor: Amarelo citrino muito leve.
Aroma: Muito fresco e mineral, notas citrinas e forais muito típicas dos vinhos brancos de altitude do Douro.
Sabor: Fresco com frutado vivo.
Final de Boca: Médio
Gastronomia: Como aperitivo, com peixes grelhados, mariscos, pastas, pizzas...
O Mil Reis é um vinho que apresenta uma cor violeta concentrada, com um nariz exuberante com notas quentes de frutos pretos e mentolados, terminando com notas tostadas das barricas. Redondo e quente na boca, com uma estrutura firme e boa persistência.
Citrina com ligeiros laivos salmonados. Fruta vermelha fresca com ligeiras notas cítricas. Na boca fresco e elegante. Na boca crocante, elegante, realçando a fruta e a frescuradas castas.
Um vinho com uma extrema complexidade, evidenciada pelos anos de estágio em garrafa, que lhe conferiram maturidade sensorial sem eliminar a frescura dos aromas, com uma suavidade o equilíbrio que só longos anos de estágio permitem alcançar.
Arinto dos Açores Indígenas De António Maçanita é um vinho branco complexo, salino e mineral, com aromas a frutos tropicais e sabores cítricos intensos. É um vinho branco que apresenta uma estrutura aveludada, com enorme concentração aromática, corpo límpido e puro, com notas salinas e minerais e uma acidez cítrica impressionante.
Este vinho constitui a ‘espinha dorsal’ do portfolio da Quinta da Boavista e resulta de um lote feito com uvas de vinhas velhas e de vinhas mais recentes. Em particular, este Reserva é produzido utilizando Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão e Vinhas Velhas.
A Touriga Nacional é uma casta tinta que é um ingrediente chave quer para os vinhos tranquilos, quer para os vinhos fortificados da região do Douro. Apresenta arrojadas notas de frutos pretos, comummente acompanhados por memórias de especiarias e violeta.
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