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Lucita Magnum

35,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Grande presença aromática, assente em fruta vermelha e bagas silvestres frescas. Leve e apelativo na boca, de estilo jovem e descomplexado.
04286

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta de Lemos
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
Tenuta San Guido é uma propriedade de 2500 hectares com cerca de uma centena de vinhas. Foi a primeira adega a produzir na década de 40 um vinho feito com Cabernet Sauvignon, graças às experiências e à visão do seu fundador, Marquês Mario Incisa della Rocchetta. A utilização desta casta particular e o envelhecimento do vinho em barricas, lançaram as bases do estilo Bolgheri. A adega é a única com direito à produção do DOC Bolgheri Sassicaia.
De sabor autêntico e intenso, este vinho é produzido a partir de um lote único das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo - Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão - sem estágio em madeira, demonstrando que não é preciso barrica para ser sofisticado. De cor rubi, o seu aroma é jovem, exuberante e mineral, revelando um magnífico equilíbrio entre fruta, estrutura densa e álcool, com uma riqueza e volume fora do comum, prometendo evoluir muito bem em garrafa. A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta li
O Vall da Nogueirinha Grande Reserva tinto é um vinho que estagiou cerca de 24 meses em barricas de carvalho francês e que apresenta uma cor vermelho-púrpura e um aroma muito concentrado a frutos vermelhos maduros, cacau e especiarias. No paladar, é elegante com boa acidez e taninos aveludados, resultando num vinho muito estruturado e harmonioso. Powerful Douro é um projeto de Marco Almeida Correia que se estabelece no Douro e que produz os seus vinhos na base dos blends tradicionais durienses. A região do Douro é uma das mais belas e históricas de Portugal. Situada no nordeste do país, é banhada pelo rio Douro, que serpenteia por vales profundos e escarpados.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Com uma cor muito fechada, este vinho apresenta-se aromáticamente mais contido, com notas que evocam tinta da china e caixa de charuto, criando um perfil sensorial mais reservado. Na boca, revela-se massivo e imponente, ocupando o espaço de forma vigorosa, com taninos firmes que, embora marcantes, são suavizados pela densidade do vinho. Apesar do volume robusto, a elegância é preservada, mantendo um equilíbrio notável entre a potência e a finesse. Um vinho que transmite força e complexidade, ideal para quem aprecia a combinação de intensidade e sofisticação em cada gole.
De cor citrina definida, apresenta um aroma jovem. Tem um bom carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas de fruto de caroço, citrinos e tropical. Franco na boca, é volumoso e apresentando -se mineral, a acidez natural torna o vinho fresco e apelativo. Final médio e frutado.
O espírito Duckman não é fácil de definir, é uma mistura da herança dos nossos antepassados com um espírito intergeracional de olhar para o mundo em geral e para o vinho em particular. Além disso, definiu-se como um Projeto ART-isanal Wine que pretende levantar questões sobre costumes e tendências associadas ao mundo… e também ao vinho.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que