O Vall da Nogueirinha Grande Reserva tinto é um vinho que estagiou cerca de 24 meses em barricas de carvalho francês e que apresenta uma cor vermelho-púrpura e um aroma muito concentrado a frutos vermelhos maduros, cacau e especiarias. No paladar, é elegante com boa acidez e taninos aveludados, resultando num vinho muito estruturado e harmonioso.
Powerful Douro é um projeto de Marco Almeida Correia que se estabelece no Douro e que produz os seus vinhos na base dos blends tradicionais durienses.
A região do Douro é uma das mais belas e históricas de Portugal. Situada no nordeste do país, é banhada pelo rio Douro, que serpenteia por vales profundos e escarpados.
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
Cor amarela citríca.
Extremamente perfumado, com aroma a fruta branca e ligeira flor de laranjeira.
Na boca é envolvente com extrema frescura no palato, terminando com mineralidade.
Cor amarelo citrino e aspecto brilhante. O aroma é delicado, com notas citrinas ligeiramente tostadas. Na boca, impressiona pela boa acidez e textura marcante, que lhe conferem uma enorme aptidão gastronómica.
De cor amarelo limão vibrante, este branco reserva é um espetáculo de frescura e complexidade. Aromas de frutas exóticas são harmonizados com notas de madeira e baunilha bem integradas. Na boca, é elegante e volumoso, com uma acidez viva que prolonga o prazer. Um vinho que não passa despercebido.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros.
Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
Com uma história que atravessa quatro gerações, a família Massa está desde sempre ligada à pequena vila de Freixo de Espada à Cinta, no Douro Superior, e à agricultura, através das duas quintas que permanecem na família há várias décadas: Quinta Arribas do Douro e Quinta d’Alva. Com uma área total de 130 hectares, maioritariamente compostas por vinha e olival em regime de agricultura tradicional e biológico, as nossas quintas fazem parte de uma das mais belas fronteiras entre Portugal e Espanha, partilhando ao longo de 2 km os seus limites inferiores com o Rio Douro, em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
Floral e elegante com a casta bem expressiva, citrinos e folhas verdes. Muito boa estrutura, é um branco delicado e firme, com muita frescura, citrinos exóticos, raspa de limão, belos amargos finais.
Graça Reserva Tinto Após uma vinificação cuidada com temperatura e maceração controladas, o vinho estagiou em barricas novas de carvalho francês durante um período de 12 meses.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Ataíde Semedo Gran Reserva é um 100% Touriga Nacional com identidade Ataíde Semedo, com notas de fruta vermelha, chocolate e pimenta, e uma frescura caraterísticas de um terroir de influência Atlântica.
Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Nós apresentamos um vinho pensado para partilha: o 100H Tinta Barroca em garrafão de 2 L, destinado a quem procura uma opção prática para refeições e convívios. É uma escolha confortável para jantares informais, churrascos e refeições em família, quando pretende servir várias pessoas sem rupturas.
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho.
Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.