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Pêra-Manca Tinto 2015

450,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
02071

Ficha informativa

Colheita
2015
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Fundação Eugénio de Almeida
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Cor ruby vibrante com média intensidade. Aromas de fruta vermelha e preta, como cerejas e groselha, com notas de especiarias, avelãs e um toque fumado. Equilibrado, fresco e apimentado na boca. O final é longo e com taninos ainda vibrantes.
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
Este vinho demonstra uma cor violácea, e um perfil aromático suave e frutado. É um vinho complexo no palato, profundo, mas delicado. Os aromas de fruta madura que se sentiam no nariz surgem com subtileza também na boca e prolongam-se no final da prova.
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
Produzido a partir Alicante Bouschet, Aragonês, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, após estagiar 18 meses em barricas novas de Carvalho Francês, apresenta aromas profundos a fruta vermelha e preta madura, especiarias, um ligeiro toque vegetal. Na boca revela-se envolvente, com textura aveludada pontuada por taninos e uma acidez bem medida. Finaliza com uma percepção da madeira muito bem integrada, longo, sofisticado e elegante. Situada dentro da cidade de Estremoz, a Quinta destaca-se pela sua beleza e pela sua história, com uma construção apalaçada de arquitectura do séc. XVIII, estimáveis jardins, bosquetes, caramanchões, tanques e outras obras de arte do setecentismo, e atualmente, também pelos excelentes seus vinhos. A Quinta esteve longos anos na posse da família Zagalo, que a u
Rubi aberto e aroma a privilegiar a vertente de fruta vermelha fresca a lembrar framboesa, morango e ameixa. Fluido na prova, de corpo bastante leve, pouca extração, taninos macios e boa acidez. No palato reflecte todo o sabor da fruta identificada no nariz.
O Quinta do Tamariz Grande Reserva 2019 é um blend elegante, muito mineral, de aroma com notas cítricas e a frutos de caroço, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Um vinho cheio na boca, fresco, com um final longo e persistente, com curiosas notas salinas. Este lote é efetuado com a primeira escolha, que manifesta uma qualidade superior. Excelente corpo e concentração. Intenso e volumoso com uma acidez vibrante e bem integrada.
Ferradosa Vinhas Velhas Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Fruta vermelha madura, cereja negra, ameixa, especiarias e notas a floresta de pinheiro. Um vinho de taninos aveludados, final longo e persistente e repleto de fruta.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.