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Encoberta Textura

22,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
03941

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Textura Wines
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Imensa cor, a fruta madura de enorme qualidade a desdobrar-se em notas de ameixa, amoras, bosque, funcho, pimenta branca. O equilíbrio de boca é notável, com menos concentração e mais delicadeza do que em colheitas anteriores. Apesar da juventude o vinho tem uma grande harmonia, com taninos de seda a pontuar o belíssimo final.
O Titan of Douro Vale dos Mil é um vinho branco produzido a partir de vinhas velhas, plantadas a uma altitude entre 750 e 850 metros. Apresenta uma cor palha com reflexos dourados, uma grande intensidade de aromas, destacando notas de lima, zimbro, folha de louro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, revela uma grande sensação de frescura e untuosidade, terminando longo e profundo.
Este Quinta Vale D. Maria é produzido com uvas provenientes de vinhas velhas com mais de 60 anos e 41 castas diferentes. É um vinho de grande complexidade com aromas ricos a frutos vermelhos, nomeadamente amora e cereja madura, combinados com notas florais de violeta e esteva. A estrutura é elegante e concentrada, o paladar é suculento, equilibrado e fresco, com um final de boca notavelmente persistente. A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e
Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
Cor: Intensos tons de vermelho escuro. Aroma: Aroma complexo e intenso a Ameixas Negras e frutos silvestres, Flores de Esteva e a frescura do Eucalipto. Evidencia complexidade realçado pela extração minuciosa, um leve carácter seco típico do terroir de Dona Matilde. Sabor: Na boca é volumoso, com bastante exuberância de aromas e excelente acidez, mas muito elegante, resultando no equilíbrio perfeito e num final de boca longo e intenso.
Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante. Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808. A Quinta
Um vinho branco com alma de vinho tinto, resultado da extraordinária qualidade das uvas brancas selecionadas da vinha única de Capellanía. Capellania é feito a partir de uvas viura, uma variedade branca obtida da vinha Capellania, um terreno de 6 hectares localizado na altitude mais elevada da Quinta de Ygay. Graças a esta altitude, à excelente qualidade dos seus solos calcários e aos baixos rendimentos obtidos das vinhas com 70 anos, esta variedade alcança o seu máximo potencial.
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente. A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
Produzido a partir das castas Carménère, Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, este vinho tinto chileno apresenta-se com uma intensa cor rubi com nuances púrpura e um nariz muito expressivo, rico em aromas de fruta vermelha madura, figos secos e elegantes toques de especiarias doces. Na boca ergue-se em taninos firmes, bem integrados e duradouros.
Vinho de cor rubi, aroma intenso e fresco marcado por fruta vermelha, ligeiramente balsâmico e bem integrado com as leves notas de barrica. Corpo médio, acidez muito bem equilibrada com a frescura da fruta na boca.
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, utilizamos apenas uvas produzidas na Quinta da Sequeira, e todo o processo de vinificação, estágio e engarrafamento é realizado na própria Quinta pela nossa equipe de enologia, sem qualquer dependência externa.

Um alvarinho elegante com aromas típicos da
casta, predominando os aromas a frutos tropicais e
a estrutura suave conferido pela madeira de
carvalho francês durante 3 meses.

A harmonia e delicadeza do sabor frutado, pouca
acidez, fresco e estruturado, fazem deste vinho um
vinho singular no mundo dos vinhos.

Imponente e profundo no nariz, pleno de mato seco, bagas maceradas, a fruta muito pura associada a barrica discreta, que lhe confere o lado especiado e fumado. Taninos gordos e maduros, bem envolvidos e polidos pelo tempo, rico, mas, ao mesmo tempo, fresco, com muita classe, muito carácter e sentido de origem.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.