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Vinho D. Matilde Vinha do Pinto

45,20 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor: Intensos tons de vermelho escuro. Aroma: Aroma complexo e intenso a Ameixas Negras e frutos silvestres, Flores de Esteva e a frescura do Eucalipto. Evidencia complexidade realçado pela extração minuciosa, um leve carácter seco típico do terroir de Dona Matilde. Sabor: Na boca é volumoso, com bastante exuberância de aromas e excelente acidez, mas muito elegante, resultando no equilíbrio perfeito e num final de boca longo e intenso.
01002

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta Dona Matilde
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Cor rubi, límpida e pronunciada. Aroma de grande intensidade e elegância: belas notas frutadas aliadas à excelência da barrica. Na boca é estruturado e equilibrado, fresco e vibrante. Excelente acidez. Retrogosto muito longo.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal. Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.
O Soalheiro Terramatter é um vinho totalmente diferente dos outros vinhos da família Soalheiro. É, por um lado, o regresso às nossas origens e, por outro lado, é uma projeção no futuro. Produzido com a mínima intervenção na viticultura e na vinificação, Terramatter é a expressão genuína do nosso território. De cor intensa, aroma expressivo e paladar complexo, este vinho revela uma personalidade forte e um perfil muito distinto para os quais, a vindima precoce e a fermentação malolática parcial em barricas de castanho muito contribuem. Recomendamos que, antes de servir o vinho, este seja suavemente agitado na garrafa por forma a homogeneizar bem as borras finas e, assim, poder obter uma experiência de consumo totalmente diferente!
O QM Patriam é um vinho único, produzido exclusivamente com uvas da casta Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço, através de um lote de quatro colheitas. De cor citrina intensa e aspeto límpido, apresenta aromas florais frescos com notas de frutos secos que lhe conferem alguma complexidade. Na boca é volumoso e muito macio, com muita frescura e notas frutadas, envolvido por uma excelente acidez, terminando longo e muito persistente. A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal. A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definiçã
É um tinto que impressiona pelo tom contido e elegante, com fruta delicada muito bonita e pura, com base nos frutos silvestres. sabor cheio e vibrante, delicado mas afirmativo, sempre orientado para a pureza e finura da fruta. Final muito longo e vibrante.
O Quinta do Tamariz Grande Reserva 2019 é um blend elegante, muito mineral, de aroma com notas cítricas e a frutos de caroço, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Um vinho cheio na boca, fresco, com um final longo e persistente, com curiosas notas salinas. Este lote é efetuado com a primeira escolha, que manifesta uma qualidade superior. Excelente corpo e concentração. Intenso e volumoso com uma acidez vibrante e bem integrada.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
O Monte Meão branco provém de duas vinhas, Vinha do Rio e Vinha do Janeanes, plantadas em solos de aluvião e xisto com as castas Arinto e Rabigato, respetivamente. Este vinho estagiou durante 5 meses em barricas e estagiou mais 4 meses em tonel. É muito mineral, com madeira discreta e bem integrada, excelente volume de boca, notas citrinas e um final longo e complexo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as