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Vinho Vale dos Mil Branco 1,5L

70,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Titan of Douro Vale dos Mil é um vinho branco produzido a partir de vinhas velhas, plantadas a uma altitude entre 750 e 850 metros. Apresenta uma cor palha com reflexos dourados, uma grande intensidade de aromas, destacando notas de lima, zimbro, folha de louro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, revela uma grande sensação de frescura e untuosidade, terminando longo e profundo.
02367

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Luís Leocádio Vinhos
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
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O Mil Reis Grande Reserva Syrah, produzido apenas em anos de excelência, é um vinho monovarietal Syrah com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, seguido de 6 meses em garrafa. Produzido a partir da primeira parcela de Syrah da Herdade da Maroteira, plantada em 2000, este vinho apresenta um carácter robusto e profundo, com notas vivas e intensas de frutos vermelhos, estrutura firme, complexidade e notável persistência. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente. A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
Cor aberta, bonita. No aroma define-se pela extrema elegância, bagas silvestres, cerejas, mirtilos, um leve vegetal. A boca surpreende pela firmeza, com taninos mais vivos do que se esperaria, muita garra aliada a enorme frescura e precisão. Largo, definido, vibrante.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar. Próximo ao Parque Nacional das Serras de São Mamede, o cenário, repleto de colinas e sobreiros, é o palco perfeito. A adega, no meio da vinha, reflete o compromisso com uvas especiais, resultando em vinhos praticamente isentos de sulfitos, de longa durabilidade e com recurso a certificação Vegan.
A colheita de 2021 apresenta um Marqués de Murrieta com um carácter vibrante. No nariz, groselha e amora entrelaçam-se com alecrim e hortelã, sobre um fundo de cedro e especiarias. Na boca, destaca-se pela frescura estruturada, com uma acidez elegante e taninos suaves que se fundem num final de frutos silvestres e framboesa cremosa.
De cor cristalina com nuances esverdeadas, este vinho mostra a autenticidade da casta, de forma fresca e elegante. Notas de pêra e flores brancas no aroma. Com bom volume de boca e estruturado, evidenciando a tosta da barrica em harmonia com uma acidez vibrante e um caráter cítrico.
O vinho Principal Grande Reserva branco, produzido a partir das castas Chardonnay e Sauvignon Blanc, revela tons amarelo limão e seduz com notas florais, cítricas e tostadas. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil volume com complexidade, estrutura e um carácter mineral.
Cor: Amarelo esverdeado, brilhante Aroma: Intenso, cítrico, com notas presentes de madeira nova. Paladar: Sabor intenso com grande complexidade e acidez perfeita: Concentrado na boca, frutos brancos, madeira, muito equilibrado com uma acidez fina, mineral e longo. Muita frescura com grande potencial de envelhecimento.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
O Quinta Vale D. Maria Vinha Francisca revela grande elegância e equilíbrio, mostrando que o Douro é capaz de produzir vinhos com uma frescura excecional, mantendo o corpo e os sabores intensos tradicionais desta região. A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras. A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidad
Blend II. Vinho de cor retinta com ligeiros laivos atijolados. Expressivo no nariz, com notas de fruta preta, chocolate, alcaçuz, esteva e fumo. Na boca, é um vinho muito gordo, de grande persistência e frescura.
Cor violeta escuro concentrada com aroma concentrado de frutos vermelhos; notas subtis de mentol com fruta madura e taninos redondos. O final de boca é intenso e persistente.