A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar.
Próximo ao Parque Nacional das Serras de São Mamede, o cenário, repleto de colinas e sobreiros, é o palco perfeito. A adega, no meio da vinha, reflete o compromisso com uvas especiais, resultando em vinhos praticamente isentos de sulfitos, de longa durabilidade e com recurso a certificação Vegan.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
No nariz é intenso com notas de frutos pretos, madeira nova, tostado, chocolate. Na boca é concentrado e elegante, muito bom equilíbrio entre fruta e madeira. Complexo, fresco e longo, com taninos macios.
Com uma cor petróleo pouco convencional e ligeiramente nublada, este vinho revela no nariz uma exuberância intrigante, onde toques oxidativos se fundem com uma leve redução, lembrando pólvora. A fruta cristalizada surge subtilmente em segundo plano, acrescentando uma delicadeza que se equilibra com a intensidade do conjunto. Na boca, o vinho arranca de forma fina, ganhando um volume impressionante à medida que se desenvolve, terminando com uma presença dominante e marcante. De caráter original, é um vinho gastronómico que combina complexidade e força, perfeito para harmonizar com pratos desafiadores e para aqueles que buscam uma experiência única e memorável.
Cor amarelo-palha brilhante com laivos esverdeados e boa viscosidade.
No aroma destacam-se notas de pera (típicas da casta Bical), apontamentos iodados e nuances especiadas de tomilho e alecrim.
Na boca revela-se elegante e cremoso, com textura envolvente e mineralidade marcada, expressando uma subtil salinidade própria da forte influência atlântica. O paladar médio é dominado pela fruta e termina seco, fresco e persistente, com acidez vibrante.
Rubi violáceo escuro. Aroma intenso e rico, com notas de frutas negras madura, ameixas, passas, chocolate, defumados, tostados, baunilha, tabaco, nota mineral. Paladar encorpado, concentrado, textura macia, taninos doces, final longo e equilibrado.
Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, a qual baptizaram com o nome de Crochet.
Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Aroma frutado forte com notas de frutos silvestres e notas balsâmicas. Na boca mostra sabores de frutos vermelhos e silvestres combinados com taninos equilibrados e estruturados. Apresenta uma acidez muito fresca.
Uma mistura elegante, muito mineral, de aroma intenso, com notas cítricas e frutos de cominho, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Vinho cheio de boca, fresco, com final longo e persistente. Excelente corpo e concentração devido ao amadurecimento das uvas na época da colheita.Cor cítrica, clara e clara. Intenso e volumoso, com uma acidez vibrante e bem integrada.
Amarelo palha ligeiro e brilhante. Aroma muito complexo e multicamada, com notas de fruta de caroço, feno, tosta subtil e notas de panificação. Boca intensa, cheia e ampla, com um equilíbrio notável entre a amplitude e a frescura ácida. Final longo e texturado.
Um vinho tinto único do Vale do Douro, elaborado a partir de um blend de uvas autóctones portuguesas, entre as quais a Touriga Nacional, a Tinta Roriz e a Tinta Barroca. As vinhas são cultivadas de forma sustentável, com foco na mínima intervenção e no respeito pelo meio ambiente.
Aromas de frutos pretos, que desvendam mirtilo e amora com laivos de alcaçuz e gengibre e, algumas notas fumadas entrelaçadas com apontamentos de bosque e caruma.
Quinta da Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.