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Quinta da Ferradosa Douro

28,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Quinta da Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
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Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta da Ferradosa
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
15

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O Vieira de Sousa Tinta Francisca Tinto 2020 é produzido a partir da casta Tinta Francisca, de um talhão localizado a uma cota baixa numa das Quintas da Família. Com o objetivo de fazer um vinho diferente, com uma casta tradicional do Douro, optamos por fazer uma fermentação separada com pouca intervenção. Por sua vez foi armazenado em cubas em inox e engarrafado em 2021. Versátil na mesa, acompanhando pratos leves de carne ou peixe, ou simplesmente uma boa conversa. Vinho elegante, complexo e muito fresco.
Ana Rola junta-se à sua amiga de longa data, Helga Rodrigues, para iniciar um projeto no Douro, cuja filosofia envolve criar vinhos originais e complexos, combinando as castas tradicionais provenientes de parcelas individuais e de solos com composição diferenciada. Assim os seus vinhos são vinhos de autor, criados em pequenos lotes, enaltecendo a qualidade das suas origens e desenhado para um consumidor moderno e esclarecido.
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Cor ruby clara típica da casta. Aromas de cerejas e ameixas pretas. Na boca apresenta nuances de tosta discreta bem integrada e que lhe confere elegância. A sua persistência e delicadeza permitem compreender a sua função gastronómica.
Cor citrina esverdeada. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos e misturando citrinos, maça, pêra e minerais com as notas de madeira. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com mais notas tostadas.
Imensa cor, a fruta madura de enorme qualidade a desdobrar-se em notas de ameixa, amoras, bosque, funcho, pimenta branca. O equilíbrio de boca é notável, com menos concentração e mais delicadeza do que em colheitas anteriores. Apesar da juventude o vinho tem uma grande harmonia, com taninos de seda a pontuar o belíssimo final.
Vinho branco, proveniente de uma vinha onde a casta Arinto reina, revela-se muito cítrico e mineral de característica Atlântica, harmonizando as notas de ananás, baunilha e especiarias, provenientes da curta interação com a madeira. Foram produzidas cerca de 300 garrafas, numa edição curiosa para consumir agora ou guardar para mais tarde.
Os tons amarelo-esverdeados, as suaves notas a frutos tropicais como ananas e líchias, um ligeiro toque de pêssego e cítricos revelam-nos uma boca elegante e fresca onde a acidez e os taninos equilibrados lhe conferem um final longo.
Imponente e profundo no nariz, pleno de mato seco, bagas maceradas, a fruta muito pura associada a barrica discreta, que lhe confere o lado especiado e fumado. Taninos gordos e maduros, bem envolvidos e polidos pelo tempo, rico, mas, ao mesmo tempo, fresco, com muita classe, muito carácter e sentido de origem.
O Quinta do Vale Meão 2020 provém de uma rigorosa seleção das uvas produzidas nas vinhas mais antigas da Quinta. Uma combinação de várias castas, com destaque para a Touriga Nacional e Touriga Franca, a Tinta Barroca, Tinta Roriz e Tinto Cão em percentagem mais reduzida. Com pisa a pé em lagares de granito, fermentação em cubas e posterior estágio durante 16 a 18 meses em barricas de madeira. Icónico e sempre a brilhar nas mais conceituadas revistas e críticos de vinhos, é um vinho memorável!
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,