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Zafirah Verde Tinto

13,80 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.
04052

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Constantino Ramos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
11.5

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Nariz não exuberante, mas nítido com sugestões de raspas de lima, toranja, maçã verde e leve aipo. Com corpo leve, mostra firmeza e definição, percepção mineral, textura cremosa providenciada pelo trabalho das borras, acidez (naturalmente) brilhante. Um vinho suculento e altamente gastronómico.
Cor amarela citrina com laivos esverdeados. Complexo no aroma com notas de fruta como pêra, marmelo, nuances de uma erva verde que dá frescura e uma subtil nota do estágio em barrica. Tem a elegancia típica do Encruzado estagiado em barricas e a cremosidade do gouveio. Boca com muito volume, textura e acidez muito integrada conferindo uma frescura gastronómica. Termina longo e muito equilibrado.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
Com uma cor granada fechada, este vinho impressiona pela sua intensidade e sofisticação. No nariz, revela uma exuberância de amora, groselha e um delicado toque de nata, perfeitamente harmonizadas com notas de madeira nobre seca e especiarias subtis. Em boca, destaca-se pela persistência física marcante, que envolve o paladar com profundidade e textura. O final é simultaneamente exigente e gentil, proporcionando um equilíbrio entre potência e conforto que encanta e convida a novas descobertas a cada gole. Um vinho de grande caráter e elegância, que promete momentos memoráveis.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Expressivo. Fresco. Refinado. O Post Scriptum é o vinho parceiro do Chryseia. Proveniente dos mesmos vinhedos, o seu perfil é semelhante, com fruta expressiva, fresca e concentrada, aliada a um equilíbrio e elegância exquisitos. É levemente amadeirado e mais acessível em tenra idade.
A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.