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Quinta Aciprestes Grande Reserva Sousão 2018 Caixa com 2 garrafas

80,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.
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Ficha informativa

Colheita
2016
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Real Companhia Velha
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
14-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.
A partir de uma parcela selecionada de Touriga Nacional, a qual internamente identificamos como Talhão 14, descobrimos uma Touriga Nacional que se sobressai pela enorme intensidade aromática a concentração. Nesta parcela, que cobre uma área de pouco menos de 1 hectare, identificamos vários e diversos níveis de vigor, os quais permitiram uma selecção mais rigorosa de sub-talhões, proporcionando assim uma grande Touriga Nacional de edição limitada e de enorme carácter duriense.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
O projeto Roquette & Cazes é, acima de tudo, o fruto da amizade entre dois grandes amigos: Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages. Em 2002, as duas famílias uniram-se para criar uma empresa dedicada à produção de vinhos de excelência, que refletissem as características naturais do Douro, aliando-as à vasta experiência dos Cazes, que produzem vinhos em Bordeaux há cerca de um século. Esta aventura vitivinícola tem como objetivo "fazer um grande vinho com as castas do Douro, um vinho que exiba estrutura e complexidade, combinando o poder e o calor de Portugal com a elegância de Bordeaux", conforme destacou Jean-Michel Cazes sobre este projeto.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho. Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
Pera-Manca 1995 ✨
Vinho tinto de exceção, símbolo da elegância e tradição alentejana 🍷
Um verdadeiro tesouro para colecionadores e apreciadores de vinhos icónicos. Ano: 1995
🍇 Tipo: Tinto
📍 Origem: Alentejo
Nota: Rótulo e lacre em perfeitas consições.
O Drink Me Navarra é o resultado de uma das muitas viagens de Daniel Niepoort por Espanha, onde numa delas visitou as incríveis vinhas velhas de Garnacha, plantada em solos heterogéneos. Este vinho tinto apresenta-se de cor aberta e pouco concentrada, revelando aromas que relembram a cereja e frutos vermelhos, conjugados com nuances florais de ervas frescas. Na boca é leve, fresco, descomplicado e termina com uma boa acidez e notas de especiarias. Natcool é mais do que um vinho. É um movimento criado pela Niepoort, e interpretado por vários produtores em Portugal e no mundo, que partilham a mesma filosofia e respeito pelo terroir.
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação. Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
De cor amarelo limão vibrante, este branco reserva é um espetáculo de frescura e complexidade. Aromas de frutas exóticas são harmonizados com notas de madeira e baunilha bem integradas. Na boca, é elegante e volumoso, com uma acidez viva que prolonga o prazer. Um vinho que não passa despercebido.