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Covela Fantástico

58,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor rubi com boa intensidade. Fantástica complexidade, elegante lembrando frutos vermelhos muito frescos, especiarias e minerais. Sedoso, com boa acidez, taninos polidos conferindo austeridade e um longo final. Muito gastronómico. Combina particularmente bem com carne de porco preto, leitão, bacalhau confitado e peixes gordos. Ataque muito cremoso e rico. Acidez equilibrada, excelente estrutura e persistência.
03041

Ficha informativa

Colheita
2014
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta de Covela
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
14-16⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
O aroma é concentrado, com notas a fruta preta e especiarias. No boca é encorpado, tem um sabor complexo onde sobressaiem a fruta preta e tem uns toninos intensos, mas bem integrados que conferem ao vinho um final longo e fresco. É um vinho muito gastronómico.
Taifa resulta da escolha criteriosa de parcelas mais velhas da casta Arinto e da antecipação da data de vindima para assegurar maior acidez. Estagiou 11 meses em barricas novas de carvalho francês e húngaro, procurando uma harmoniosa ligação à madeira nova e proporcionando longevidade ao vinho. Apresenta um perfume sedutor e charmoso de madressilva, complementado por notas de iodo, sal e alguns laivos de baunilha. Sugestões de pederneira e leve tosta acrescentam dimensão ao sumptuoso leque aromático. Na boca, a rica textura proporciona sabores cremosos de alperce e marmelo e subtis toques de mel, tudo irrepreensivelmente equilibrado pela acidez cítrica. É um vinho complexo e sofisticado que promete uma excelente evolução em garrafa. A Quinta da Fonte Souto é a primeira propriedade adquir
O Ipiranga Douro Tinto é um vinho de cor rubi intensa. Muito expressivo no aroma, com notas de frutos vermelhos bem maduros, liquorice e ligeira sugestão balsâmica do estágio em barrica. Na boca mostra-se intenso, com tanino completamente integrado e uma acidez muito equilibrada.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
O Vall da Nogueirinha Grande Reserva tinto é um vinho que estagiou cerca de 24 meses em barricas de carvalho francês e que apresenta uma cor vermelho-púrpura e um aroma muito concentrado a frutos vermelhos maduros, cacau e especiarias. No paladar, é elegante com boa acidez e taninos aveludados, resultando num vinho muito estruturado e harmonioso. Powerful Douro é um projeto de Marco Almeida Correia que se estabelece no Douro e que produz os seus vinhos na base dos blends tradicionais durienses. A região do Douro é uma das mais belas e históricas de Portugal. Situada no nordeste do país, é banhada pelo rio Douro, que serpenteia por vales profundos e escarpados.
Um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram
É um vinho branco complexo e luxuoso, de perfil seco e mineral. Com caráter aromático aberto, apresenta um bouquet suave a nozes e baunilha, com notas de frutas cítricas e tropicais, levemente temperadas com nuances de casca de limão, que lhe proporcionam uma acidez cítrica e equilibrada. No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta. O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra. Estes são vinh
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.
Quinta da Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
As uvas que dão origem a este vinho provêm de vinhas velhas plantadas em solo xistoso a uma altitude média de 350 a 400 metros na região entre Freixo de Espada à Cinta e Barca dʼAlva, no Douro Superior.
Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.