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Ipiranga Douro

33,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Ipiranga Douro Tinto é um vinho de cor rubi intensa. Muito expressivo no aroma, com notas de frutos vermelhos bem maduros, liquorice e ligeira sugestão balsâmica do estágio em barrica. Na boca mostra-se intenso, com tanino completamente integrado e uma acidez muito equilibrada.
03308

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
António Braga
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
15-17⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Rubi aberto e aroma a privilegiar a vertente de fruta vermelha fresca a lembrar framboesa, morango e ameixa. Fluido na prova, de corpo bastante leve, pouca extração, taninos macios e boa acidez. No palato reflecte todo o sabor da fruta identificada no nariz.
Van Zellers & Co Douro Tinto é um vinho feito à mão, onde a mistura de diferentes uvas e vinhas de três vales principais: Torto, Pinhão e Douro. Este lote produz um vinho marcado por aromas a frutos aromas de frutos vermelhos, é encorpado, redondo e com um final longo.
Um vinho de cor dourada, brilhante e atraente, com um nariz rico e intenso, mostrando extraordinária evolução de seus aromas terciários, boas notas de especiarias, marmelo, amêndoas e laranja cristalizada, juntos, dão uma complexidade profunda. Com uma acidez viva no paladar, é um vinho que mantém o seu volume, suntuosidade e riqueza aromática, levando a um bom final com persistência notável.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnológico: desengace total e ligeiro esmagamento, prensagem, arrefecimento e clarificação do mosto. Uma parte do lote fermenta em depósito de aço inox, fermentando a outra parte em barricas de carvalho francês, à temperatura controlada de 16ºC. Após a fermentação segue-se um estágio, sobre borras finas com batonnage periódica, durante12 meses. Por fim, procede-se a filtrações, loteamentos, estabilização tartárica e proteica, filtração final e engarrafamento a que se segue um estágio final de 9 meses em garrafa.
O Barca Velha de 2015 apresenta uma profunda cor rubi e um aroma extremamente intenso e complexo, onde se destacam notas arbustivas, folha de oliveira, pasta de azeitona, fruta preta e especiarias, acompanhadas por nuances balsâmicas, cedro e caixa de tabaco. A madeira surge discreta e perfeitamente integrada. Na boca revela um ataque poderoso, acidez vibrante e taninos vivos, com notas de frutos vermelhos e especiarias que conduzem a um final muito longo, elegante e de grande distinção.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.