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O Fugitivo Pinot Noir

33,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
03746

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Casa da Passarella
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

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Regateiro é uma homenagem à família de mesmo nome e seus mais de 350 anos de ligação com o mundo do vinho, do qual o diretor-presidente da Lusovini, Casimiro Gomes, é o único descendente a prosseguir no negócio. Ícone da Lusovini na Bairrada, este single vineyard, elaborado unicamente a partir das vinhas velhas da Vinha do Forno, é cheio de sabor, fresco e apimentado. Monovarietal da variedade Baga, de produção limitada a 1500 garrafas, defende uma junção de estilos, tendo bom volume de boca mas mantendo o ataque clássico, mais seco e tânico, sem ser agressivo. Com muito potencial de guarda, mais de dez anos.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta. O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra. Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
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O Corta Fogo branco resulta da colaboração entre dois enólogos de renome: Anselmo Mendes, uma referência no Alvarinho de Monção e Melgaço, e Mário Sérgio Alves Nuno, ícone da Bairrada. Este vinho combina a frescura da casta Alvarinho, vinificada em barricas de 400 litros, com a elegância da casta Bical, fermentada em barricas de 500 litros, cada um na sua adega. Após um estágio de nove meses em madeira, os vinhos foram reunidos na adega de Anselmo Mendes, em Melgaço, para o engarrafamento em junho de 2021. Com apenas 2622 garrafas produzidas, o Corta Fogo é um branco que reflete a ambição e a genuinidade dos seus criadores. Criado a partir da vontade de dois amigos que partilham valores comuns, este vinho é uma ode às memórias e às histórias contadas à lareira pelos avós, e não surgiu de

Vadio Branco é um vinho branco orgânico que expressa elegância e frescura atlântica da Bairrada, elaborado pelas mãos de Luís Patrão no projeto familiar Vadio Wines. Este vinho combina suavemente a delicadeza da casta Cercial com a estrutura e mineralidade do Bical, resultando num perfil aromático sedutor e numa presença gastronómica notável.

Bairrada com solos arenosos e argilo-calcários, vinhas de cerca de 30 anos em exposição oeste.

Vol 13,5%

Cor rubi fechada. Destaque principal para a combinação de frutos vermelhos, frutos silvestres, aromas de violetas com especiarias provenientes da madeira. Entrada cativante e suave, seguida de uma elegância fresca e cativante em combinação com alguma madeira fumada. Termina cremoso, intenso e com carácter.
Este vinho constitui a ‘espinha dorsal’ do portfolio da Quinta da Boavista e resulta de um lote feito com uvas de vinhas velhas e de vinhas mais recentes. Em particular, este Reserva é produzido utilizando Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão e Vinhas Velhas. A Touriga Nacional é uma casta tinta que é um ingrediente chave quer para os vinhos tranquilos, quer para os vinhos fortificados da região do Douro. Apresenta arrojadas notas de frutos pretos, comummente acompanhados por memórias de especiarias e violeta.
A Rocim inspira-se na qualidade dos vinhos do Dão, ao produzir os seus novos vinhos com a marca "O Estrangeiro". Este vinho tinto é um field blend, proveniente de vinhas velhas, que após fermentar em depósitos de cimento, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Deste modo é um vinho tinto que se apresenta de cor rubi brilhante, marcado pela fruta vermelha fresca, notas terrosas e exóticas. Na boca revela uma grande profundidade e elegância.
Cor límpida e brilhante. No nariz, destacam-se aromas exuberantes, com notas florais e exóticas bem marcadas. Na boca, é elegante e expressivo, com frutos de polpa branca a envolverem uma acidez vibrante e refrescante. Um vinho leve, cheio de energia, perfeito para dias de sol.
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