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Vinho Regateiro Vinha do Forno 2014

39,15 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Regateiro é uma homenagem à família de mesmo nome e seus mais de 350 anos de ligação com o mundo do vinho, do qual o diretor-presidente da Lusovini, Casimiro Gomes, é o único descendente a prosseguir no negócio. Ícone da Lusovini na Bairrada, este single vineyard, elaborado unicamente a partir das vinhas velhas da Vinha do Forno, é cheio de sabor, fresco e apimentado. Monovarietal da variedade Baga, de produção limitada a 1500 garrafas, defende uma junção de estilos, tendo bom volume de boca mas mantendo o ataque clássico, mais seco e tânico, sem ser agressivo. Com muito potencial de guarda, mais de dez anos.
01363

Ficha informativa

Colheita
2014
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Lusovini
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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O vinho Principal Grande Reserva branco, produzido a partir das castas Chardonnay e Sauvignon Blanc, revela tons amarelo limão e seduz com notas florais, cítricas e tostadas. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil volume com complexidade, estrutura e um carácter mineral.
Blend II. Vinho de cor retinta com ligeiros laivos atijolados. Expressivo no nariz, com notas de fruta preta, chocolate, alcaçuz, esteva e fumo. Na boca, é um vinho muito gordo, de grande persistência e frescura.
O Morgado do Quintão Branco de Tintas 2023 apresenta uma cor amarelo-pálido com nuances acobreadas que refletem a singularidade do seu processo de vinificação. No nariz, destaca-se pelas notas frescas de cereja e um toque subtil de brioche, revelando complexidade e elegância. No paladar, é mineral e denso, com uma textura marcante e uma profundidade que proporciona um final envolvente e prolongado.
Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.
Cor profunda como as montanhas de onde saiu. Aroma profundo e intenso a frutos vermelhos e azeitona preta, com fortes laivos de mineralidade, como a riqueza mineralógica-hídrica da região (a maior da Europa). Palato forte e estruturado como o granito que sustenta as cepas, mas com a subtileza, a suavidade e a frescura do vale que o produz. A menta e as especiarias são os traços dominantes. As sensações são sempre individuais, mas o produto (o vinho) é sempre coletivo.
A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal. A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definição da performance do vinho. No processo de vinificação, a Quintas de Melgaço segue os métodos e práticas enológicos tradicionais, considerados mais adequados para a sub-região, que concorrem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. É nesta fase, que a Quintas de Melgaço imprime, cuidadamente, identidade própria aos vinhos que produz. Previamente ao engarrafamento, os técnicos especialistas atendem a que o vinho apresente
O Quinta do Cerro da Nora Reserva tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Sousão, apresenta cor vermelho-granada intensa e límpida. No nariz revela grande complexidade aromática, marcada por fruta preta madura, como ameixa e amora, acompanhada por subtis notas de tabaco. Na boca mostra-se equilibrado e sofisticado, com fruta expressiva e bem integrada. O estágio em barrica acrescenta nuances de especiarias e tabaco, enquanto os taninos se apresentam presentes mas harmoniosos. O final é longo e persistente.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Este vinho demonstra uma cor violácea, e um perfil aromático suave e frutado. É um vinho complexo no palato, profundo, mas delicado. Os aromas de fruta madura que se sentiam no nariz surgem com subtileza também na boca e prolongam-se no final da prova.