A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal.
A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definição da performance do vinho.
No processo de vinificação, a Quintas de Melgaço segue os métodos e práticas enológicos tradicionais, considerados mais adequados para a sub-região, que concorrem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. É nesta fase, que a Quintas de Melgaço imprime, cuidadamente, identidade própria aos vinhos que produz. Previamente ao engarrafamento, os técnicos especialistas atendem a que o vinho apresente
Um vinho de cor dourada, brilhante e atraente, com um nariz rico e intenso, mostrando extraordinária evolução de seus aromas terciários, boas notas de especiarias, marmelo, amêndoas e laranja cristalizada, juntos, dão uma complexidade profunda. Com uma acidez viva no paladar, é um vinho que mantém o seu volume, suntuosidade e riqueza aromática, levando a um bom final com persistência notável.
Cor: Intensos tons de vermelho escuro.
Aroma: Aroma complexo e intenso a Ameixas Negras e frutos silvestres, Flores de Esteva e a frescura do Eucalipto. Evidencia complexidade realçado pela extração minuciosa, um leve carácter seco típico do terroir de Dona Matilde.
Sabor: Na boca é volumoso, com bastante exuberância de aromas e excelente acidez, mas muito elegante, resultando no equilíbrio perfeito e num final de boca longo e intenso.
Este vinho branco é produzido a partir de uvas da casta Alvarinho, cuidadosamente selecionadas de uma única parcela. Resultante deste processo, o vinho revela a expressão mais pura e autêntica dessa casta. O perfil distinto do vinho procura destacar a elegância e complexidade como características fundamentais, proporcionando uma experiência que celebra as qualidades únicas da casta Alvarinho.
O trabalho de Anselmo Mendes é reconhecido em Portugal e no estrangeiro não apenas pela excelência dos vinhos que produz mas pela forma surpreendente e consistente como inova. A fermentação de uvas Alvarinho em barricas de madeira ou o uso de técnicas de vinificação antigas, como a curtimenta, são alguns dos métodos que fazem com que estes vinhos sejam um caso à parte no mundo dos brancos.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que representa uma coleção de valores, ideias, histórias e vinhos.
Aroma fresco denotando complexidade. Tem um caráter mineral intenso, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar - ameixa branca, citrinos - raspa de limão, aroma leve a fumo e especiarias.
A Touriga Nacional, a nossa casta de excelência apresenta-se aqui em todo o seu esplendor floral e aromático. Uma verdadeira Touriga Nacional! Mas em Rosé!
Cor citrina, com aroma de grande intensidade e elegância. Muito frutado (frutos brancos e citrinos) com notas minerais e um toque de fumo. Na boca é estruturado e equilibrado, fresco e vibrante. Excelente acidez. Belas notas tostadas. Final muito longo.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.
Tem Aragonês e Tinta Grossa, de vinhas não regadas. Aroma vivo, com fruta madura e num registo com boa complexidade onde a fruta sobressai e a madeira se integra no conjunto. Boa prova de boca, envolvente, cheio e com barrica no ponto. Um vinho encorpado, mas com muito boa tensão e persistência.
Cor: Palha intensa com ligeiríssimos reflexos esverdeados.
Aroma: Aroma vivo, intenso, revelando já alguma profundidade. Sobressaem os frutos cítricos maduros, ligeiro tropical fresco, flores amarelas e brancas e uma nuance a um aroma apetrolado. Belíssimo conjunto suportado por suaves notas provenientes do estágio em barricas. Mineral.
Paladar: Ataque seco e ao mesmo tempo sedoso. Acidez muito equilibrada e que se prolonga até ao final. Textura densa e ao mesmo tempo elegante. Explosão cítrica e floral.
Final persistente e muito longo suportado pelas sensações de barrica. Muito
coerente.
Esta edição limitada, comemorativa dos 60 anos da Fundação Eugénio de Almeida, percorre a nossa história, através de uma seleção de oito vinhos e um azeite, todos exclusivos, numa tiragem de apenas 1.000 garrafas de cada. EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60 ANOS DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA.
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