O Verdelho é uma casta autóctone dos Açores, distinta dos “Verdelhos” do continente e partilhada com a vizinha Madeira. elas. Este Verdelho é “o Original”, o das ilhas, o da frescura, o da salinidade, o da mineralidade e do perfume único que fez o Verdelho ser... O Verdelho!
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Quinta da Romaneira Petit Verdot / Syrah
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51,00 €
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5 a 15 dias úteis


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Produzido a partir da casta Chardonnay, com uma pequena percentagem de Grechetto, apresenta nariz intenso e complexo mostra notas de citrinos, ananás e flores de acácia que se misturam harmoniosamente com notas de baunilha e sílex. No paladar, é generoso, refinado e bem estruturado, com notas agradavelmente saborosas, bem equilibradas pelas típicas sensações doces de manteiga de avelã.
Castello della Sala é uma zona altamente adequada à produção de vinhos brancos, com uma excepção: Pinot Noir, que encontra neste terroir as condições ideais para se exprimir no seu melhor. A área é caracterizada por um solo que tende a ser argiloso, calcário, e rico em conchas fósseis, com vinhas bem expostas ao sol e com excelentes amplitudes térmicas.
A família Antinori dedica-se à produção de vinho há m
Principal Grande Reserva Branco Magnum junta as castas Chardonnay e Sauvignon Blanc num clima de influência Atlântica, produzindo um vinho com notas florais, para além de notas cítricas e tostadas, assim como de grande elegância e estrutura.
Aromas de frutos pretos, que desvendam mirtilo e amora com laivos de alcaçuz e gengibre e, algumas notas fumadas entrelaçadas com apontamentos de bosque e caruma.
Vinho de cor retinta e fechada e com aroma marcado a frutos vermelhos maduros. Tem um volume de boca envolvente e surpreendente, quando pensamos na casta em questão, que o torna ainda mais admirável. A sua acidez e estrutura tânica prometem um bom e longo envelhecimento.
Entrar na Quinta da Lapa é entrar num tempo diferente. Individual, privado e inesquecível. O lugar existe há mais de 300 anos e tem uma história que não pesa porque vive. Num copo de vinho, num passeio, numa noite, numa festa ou num simples momento de partilha.
O perfil dos vinhos Quinta da Lapa é a um tempo mineral e profundo, conseguindo aliar uma excelente maturação fenólica a uma grande frescura, quando normalmente isso só se consegue com vinhedos de altitude.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.
Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
Somos uma pequena empresa familiar, produtora de vinhos diferenciados e de qualidade superior. A adega situa-se na Região dos Vinhos Verdes em Amarante, junto ao Rio Tâmega, na Quinta da Ribeira em Gatão. As vinhas têm uma exposição Norte-Sul e os solos são de origem granitica, tendo um baixo teor de materia orgânica, produzindo baixas quantidades, permitindo uma melhor maturação das uvas, elevando assim a sua qualidade. A origem dos vinhos tem por base uvas próprias, produzidas em modo Produção Integrada, sendo este modo de produção mais amigo do meio ambiente. Produzimos três vinhos de diferentes estilos, um tinto, exclusivamente da casta vinhão, um branco de lote tendo por base a casta Azal, e um rosado monocasta de espadeiro ou espadal.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.