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Vinho Puro

22,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.
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01357

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta da Touriga-Chã
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Ana Rola junta-se à sua amiga de longa data, Helga Rodrigues, para iniciar um projeto no Douro, cuja filosofia envolve criar vinhos originais e complexos, combinando as castas tradicionais provenientes de parcelas individuais e de solos com composição diferenciada. Assim os seus vinhos são vinhos de autor, criados em pequenos lotes, enaltecendo a qualidade das suas origens e desenhado para um consumidor moderno e esclarecido.

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Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.

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Barca Velha 2000

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O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à
Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem. O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d

Vinho Terras de Lava Tinto

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Nascido em solos de lava, ricos em nutrientes minerais, O vinho tinto Terras de Lava é um IG Açores e expressa de forma genuína o terroir vulcânico. A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 75 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.

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Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que

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A Vinha do Ujo foi plantada em 1930, em patamares horizontais pré-filoxéricos, sendo o solo suportado por pequenos muros de xisto. As suas mais de 25 castas traduzem uma diversidade só possível de encontrar em vinhas tão antigas. Cimentadas em pequenos socalcos expostos a Norte, entre altitudes que variam dos 180 aos 210 metros, são tratadas ano após ano pelas mãos experientes de quem vive o Douro dia após dia. A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à

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