Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Vinho Royal Palmeira Loureiro Sur les Fines

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Royal Palmeira Loureiro Sur Lies Fines 2009 é um vinho branco icónico da região do Minho, em Portugal, produzido pela Quinta da Pedra. Elaborado exclusivamente com a casta Loureiro, destaca-se pela sua técnica de produção "sur lies" (estágio sobre as borras finas), que lhe confere uma longevidade e complexidade invulgares para um vinho desta região.
02261

Ficha informativa

Colheita
2009
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta da Pedra
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

16 outros produtos na mesma categoria:

A Rocim inspira-se na qualidade dos vinhos do Dão, ao produzir os seus novos vinhos com a marca "O Estrangeiro". Este vinho tinto é um field blend, proveniente de vinhas velhas, que após fermentar em depósitos de cimento, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Deste modo é um vinho tinto que se apresenta de cor rubi brilhante, marcado pela fruta vermelha fresca, notas terrosas e exóticas. Na boca revela uma grande profundidade e elegância.
O Montalegre Vinhas Velhas Branco 2021 é um vinho branco premium português da região de Trás-os-Montes, produzido pela FGWines com castas de vinhas velhas. Conhecido pela sua frescura, elevada acidez e perfil mineral, é um vinho complexo com 13% de álcool, estagiado em barricas de carvalho francês.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz
Este vinho acompanha finamente carnes vermelhas, rosbife e carnes grelhadas.
Este vinho apresenta uma cor rubi brilhante e aromas intensos a frutos silvestres e especiarias, expressando na boca um perfil austero, com final aveludado. Elegância e equilíbrio são a assinatura dos nossos vinhos.
Dona Santana é um vinho tinto com um aroma perfumado e fresco, cheio de fruta e um final longo e apelativo. A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
A exigência qualitativa a que o vinho Brites Aguiar obriga origina que só algumas colheitas sejam dignas de ostentar o nome da Família. O Brites Aguiar 2021 é o nono a ficar disponível para o consumidor. É um vinho de extremos, com concentração e elegância, com taninos presentes mas delicados. Tem um longo fim de boca. Todo o processo de produção, da vinha à garrafa, é balizado por parâmetros de rigor extremo em que todos os detalhes são importantes para que o resultado seja este grande vinho.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas. Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade. Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural. Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas
Apresenta aroma complexo com notas de fruta fresca, baga de bosque e caruma, ligeira nota de fumo. Na boca, é intenso e fresco, com grande profundidade, com acidez bem presente mostra uma estrutura sólida com tanino presente, vivo e equilibrado.
Cor: Salmão pálido. Aroma/Bouquet: No nariz, o vinho é vigoroso e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha. Paladar: Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.