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Vinho Royal Palmeira Loureiro Sur les Fines

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Royal Palmeira Loureiro Sur Lies Fines 2009 é um vinho branco icónico da região do Minho, em Portugal, produzido pela Quinta da Pedra. Elaborado exclusivamente com a casta Loureiro, destaca-se pela sua técnica de produção "sur lies" (estágio sobre as borras finas), que lhe confere uma longevidade e complexidade invulgares para um vinho desta região.
02261

Ficha informativa

Colheita
2009
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta da Pedra
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

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Fermentado em barricas usadas, o vinho mostra uma surpreendente juventude para a idade, apenas com natural evolução e a discreta barrica a conferir complexidade e requinte à fruta, laranja bem madura, geleia de pêssego Untuoso, profundo, com viva acidez a aligeirar o corpo cheio, cheio de presença e sabor.
Cor citrina com reflexos esverdeados e aspeto brilhante. Aroma fino de grande complexidade, sobressaindo futos de polpa branca como pêssego de vinha. Marcado pela mineralidade granítica do terroir. Na boca revela uma acidez fesca e intensa equilibrada pela estrutura e textura linear. Final de boca longo e persistente.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
ALLO tem uma cor amarelo citrino com um brilho prateado. Neste blend, o Alvarinho, com seu toque de fruta tropical e cheia de estrutura, contrasta com o Loureiro e suas notas florais e elegantes, resultando num vinho branco vivo e distinto. O teor alcoólico moderadamente baixo confere a este vinho, já por si tão vibrante, um equilíbrio único e peculiar.
O Herdade Papa Leite Pacto do Diabo é um vinho tinto obtido pelas castas Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a geleia, compota de amora e ginja, conjugados com as notas florais. Na boca o seu perfil especiado é evidente, denotando uma boa integração da madeira na qual estagiou por um período de 20 meses. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contand
Vinho branco, proveniente de uma vinha onde a casta Arinto reina, revela-se muito cítrico e mineral de característica Atlântica, harmonizando as notas de ananás, baunilha e especiarias, provenientes da curta interação com a madeira. Foram produzidas cerca de 300 garrafas, numa edição curiosa para consumir agora ou guardar para mais tarde.
De cor pálida, pétalas de rosa, este vinho apresenta-se como um verdadeiro bouquet de flores, com aromas de citrinos e frutos vermelhos, tais como a framboesa e os morangos, assim como a fruta branca. Na boca é seco, frutado e aromático, degustando-se como um sorbet de frutos silvestres, que nos transporta bem longe com a sua frescura, e que se prolonga com elegância durante muito tempo. Esta é uma nova geração de vinho Rosé de Pinot Noir, surpreendente e agradavelmente gastronómica.
Titan of Douro Vale dos Mil rosé é produzido exclusivamente a partir da casta Mourisco, utilizando apenas o mosto de lágrima. A fermentação decorre em barricas de carvalho francês com leveduras indígenas, seguida de um envelhecimento de 12 meses. Apresenta uma cor leve de casca de cebola e aromas elegantes de flor de pessegueiro, cereja, framboesa e notas fumadas. Na boca, é sedutor, tenso e vibrante. Luís Leocádio é um enólogo duriense apaixonado pela autenticidade do vinho português. Com uma abordagem que alia tradição e inovação, criou a marca Titan, expressão da sua visão pessoal sobre a região do Douro, de Távora-Varosa e da Beira Interior. Produzidos a partir de vinhas velhas em altitude e com mínima intervenção, os vinhos Titan refletem frescura, elegância e identidade, revelando
A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal. A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definição da performance do vinho. No processo de vinificação, a Quintas de Melgaço segue os métodos e práticas enológicos tradicionais, considerados mais adequados para a sub-região, que concorrem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. É nesta fase, que a Quintas de Melgaço imprime, cuidadamente, identidade própria aos vinhos que produz. Previamente ao engarrafamento, os técnicos especialistas atendem a que o vinho apresente
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
É carnudo e fluido, com frutas suculentas e suculentas de ameixa e framboesa e notas elevadas de esteva e sálvia. Um atraente veio mineral esfumaçado (em vez de madeira) corre por ele. Pervasivo e persistente. Um pano de fundo de taninos atalcados e maduros confere uma textura sutil. Muito corpo e comprimento.
Produzido em homenagem a Dona Antónia Adelaide Ferreira. Um vinho único, pois é feito a partir de uma vinha no Rio Torto plantada maioritariamente na década de 1940, com um field blend de mais de 30 castas. Um vinho muito raro, só produzido em anos excepcionais, e em quantidades muito reduzidas (aproximadamente 4000 garrafas). O ADELAIDE provém de uma parcela de vinhas muito velhas (algumas com mais de cem anos), com uma mistura de mais de 30 castas diferentes, com : Touriga Franca, Rufete, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barrroca, Tinta Nascida, Malvasia Preta, Mourisco, Bastardo, Touriga Nacional, Tinta Bairrada, Tinta da Barca, Tinta Francisca, Tinta Carvalha, Moscatel de Hamburgo, Tinta Pomar, Piriquita, Moreto, entre outras.
Um vinho que transporta em si todo o potencial das castas do Dão e expressa claramente a excelência das suas vinhas centenárias. Estagiou 4 anos em madeira e um ano em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vi
De uma complexidade aromática quase indescritível, é um grande branco que se mostra firme, de textura sedosa e finíssima linearidade. Com uma elevada concentração, é um vinho magnífico de uma acidez vibrante que só o Dão pode oferecer, terminando longo, persistente e muito preciso.