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Vinho Barca Velha 2011

950,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
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Ficha informativa

Colheita
2011
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Sogrape Vinhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Cor citrina intensa com reflexos esverdeados. No nariz revela grande complexidade, um aroma sóbrio e contido a frutos brancos de caroço suportados por uma distinta mineralidade e notas de baunilha em perfeita harmonia. Paladar frutado e complexo, volume de boca notável, elegante, harmonioso e termina com frescura crocante que lhe confere persistência e longevidade.
O Luis Pato 2020 Laranja da Madalena Blanc de Noirs apresenta uma cor citrino brilhante, indicativa da sua vivacidade e jovialidade. O perfil aromático está repleto de notas cítricas e de flores brancas, complementadas por subtis nuances de frutos de caroço e um toque de mineralidade. Na boca, o vinho é fresco e preciso, com uma acidez equilibrada que harmoniza com a sua textura cremosa. O final é longo e elegante, deixando impressões de raspa de limão e pedra molhada. Este vinho exemplifica a dedicação de Luis Pato à elaboração de vinhos expressivos e que reflectem o terroir, honrando as tradições da região da Bairrada.
O Robustus 2015 é um vinho de carácter maturado. Após um estágio prolongado em foudres de 2000L desenvolve aromas terciários algo terrosos com ênfase no aroma de turfa. Os taninos são sedutores, mas perfeitamente equilibrados, com grande estrutura, que só as vinhas velhas conseguem transmitir. Na boca impressiona pela sua juventude, leveza e tensão, muito fino com um final longo e persistente. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos,
O 100 Hectares Branco possui uma bela cor citrina e um aroma jovem e muito frutado. A sua excelente acidez proporciona um equilíbrio perfeito e que muito contribui para o excepcional fim de prova, longo e fresco.
Uma mistura elegante, muito mineral, de aroma intenso, com notas cítricas e frutos de cominho, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Vinho cheio de boca, fresco, com final longo e persistente. Excelente corpo e concentração devido ao amadurecimento das uvas na época da colheita.Cor cítrica, clara e clara. Intenso e volumoso, com uma acidez vibrante e bem integrada.
Oops! Este vinho nasceu assim! Único! Vindima no limite da maturação, e aí decidimos que, se a natureza assim quis assim será. “Que entrem as uvas – sãs e lindas – para dentro da adega e vamos ao trabalho!”. Pomada boa, cheia de fruta e vigor. De cor rubi intensa, invade a boca com explosões de intensas frutas vermelhas, um perfeito equilíbrio entre a acidez e taninos durienses que lhe garantem toda a elegância da fruta viva na boca. Beba e seja levado para os socalcos do Douro onde é possível sentir toda a intensidade do cheiro que esta região maravilhosa tem na primavera. Qalt Unoaked é a simplicidade das uvas numa garrafa de vinho. Desfrute!
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta. O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra. Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.