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Quinta da Rede Reserva da Família

115,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor citrina intensa com reflexos esverdeados. No nariz revela grande complexidade, um aroma sóbrio e contido a frutos brancos de caroço suportados por uma distinta mineralidade e notas de baunilha em perfeita harmonia. Paladar frutado e complexo, volume de boca notável, elegante, harmonioso e termina com frescura crocante que lhe confere persistência e longevidade.
02424

Ficha informativa

Colheita
2012
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta da Rede
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Vindima manual com selecção na parcela. Fermentação com leveduras indígenas com temperatura controlada entre os 21ºC e 25ºC. Fermentação em inox com bago inteiro e 20% dos engaços. Maceração de 30 dias. Fermentação Maloláctica em tonel de carvalho francês. Estágio: 18 meses em tonel de 5000L de carvalho francês.
Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante. Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808. A Quinta
Folgasão Ponta do Pargo 2023, trata-se do primeiro vinho de mesa desta variedade, também conhecida por Terrantez, nos Vinhos Madeira. De uma parcela oriunda da Ponta do Pargo, o viticultor Nélio Rodrigues, que herdou o gosto pela viticultura pelo seu pai, Simão Câmara. A história, o trabalho e a amizade, reproduzida neste vinho único que temos o gosto de apresentar na gama Fanal.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Cor vermelha rubi. Aroma quente, que contrasta com um paladar leve e sedoso, como o nome indica, derivado de fruta fresca e notas amanteigadas. Elegante no palato, com um corpo medianamente maduro, taninos suaves e uma sensação de boca persistente.
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente. 
O Vilarissa Valley Grande Reserva Touriga nacional é 100% Touriga Nacional 

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Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento. Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.

Vadio Branco é um vinho branco orgânico que expressa elegância e frescura atlântica da Bairrada, elaborado pelas mãos de Luís Patrão no projeto familiar Vadio Wines. Este vinho combina suavemente a delicadeza da casta Cercial com a estrutura e mineralidade do Bical, resultando num perfil aromático sedutor e numa presença gastronómica notável.

Bairrada com solos arenosos e argilo-calcários, vinhas de cerca de 30 anos em exposição oeste.

Vol 13,5%

Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.