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Quinta de Lemos Rosé

12,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Tonalidade a água de rosas pálida, fina e apelativa. Aroma delicado de notas florais a frutos vermelhos, morangos e framboesas. Boca volumosa e atraente, fácil com final longo, persistente e viciante.
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01328

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Rosé
Produtor
Quinta de Lemos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
9.5

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Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.

Vinho Casas Altas Rufete

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A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete. “Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. ​No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso

Quinta Manoella

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Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro

Tinta Negra dos Vilões

57,50 €
2700 garrafas. Uvas do Vale de São Vicente conhecido por proporcionar boas maturações. 8 meses em barrica usada. Excelente aroma, com nota a romã e melancia, bagas, mas também casca de árvore e caruma. Prova de boca fresca, mas texturada, com acidez vincada, boa concentração, elegante e persistente.
Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que

Quanta Terra Manifesto Tinto

68,50 €
O Quanta Terra Manisfesto é um vinho complexo, com uma cor púrpura intensa e aromas de frutos pretos. Na boca é intenso, com taninos densos, alguma frescura, nuances de especiarias e muita persistência. Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.

Vinho Quinta da Lapa Nana Reserva

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Entrar na Quinta da Lapa é entrar num tempo diferente. Individual, privado e inesquecível. O lugar existe há mais de 300 anos e tem uma história que não pesa porque vive. Num copo de vinho, num passeio, numa noite, numa festa ou num simples momento de partilha. O perfil dos vinhos Quinta da Lapa é a um tempo mineral e profundo, conseguindo aliar uma excelente maturação fenólica a uma grande frescura, quando normalmente isso só se consegue com vinhedos de altitude.

Chryseia 2011

350,00 €
Chryseia 2011 é um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a elegância e o equilíbrio, tendo profundidade sem ser pesad
Os vinhos da Quinta de Bella são uma expressão sofisticada do terroir granítico da sub-região de Prime, em Fragosela (Viseu), no coração do Dão. Este projeto destaca-se pela viticultura sustentável e pela aposta em castas pouco comuns na região, como Pinot Noir e Cabernet Franc, além das tradicionais Touriga Nacional e Sauvignon Blanc. Os vinhos da Quinta de Bella são perfeitos para quem procura elegância, frescura e autenticidade, com um toque internacional graças às castas e técnicas utilizadas.

Quinta do Vallado Vinha da Granja

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Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.

Arcossó Bago a Bago

35,00 €
Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.

Chryseia 2014, 1,5L

290,00 €
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg

Proibido Deja Vu

21,50 €
Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento. Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.

Covela Avesso Reserva

17,50 €
Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural. Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas

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