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Morais Rocha Reserva Branco

22,90 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O vinho Morais Rocha Reserva Branco 14 meses em barricas de Carvalho Francês. Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.
03378

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Morais Rocha Wines
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Este vinho branco é produzido a partir de uvas da casta Alvarinho, cuidadosamente selecionadas de uma única parcela. Resultante deste processo, o vinho revela a expressão mais pura e autêntica dessa casta. O perfil distinto do vinho procura destacar a elegância e complexidade como características fundamentais, proporcionando uma experiência que celebra as qualidades únicas da casta Alvarinho. O trabalho de Anselmo Mendes é reconhecido em Portugal e no estrangeiro não apenas pela excelência dos vinhos que produz mas pela forma surpreendente e consistente como inova. A fermentação de uvas Alvarinho em barricas de madeira ou o uso de técnicas de vinificação antigas, como a curtimenta, são alguns dos métodos que fazem com que estes vinhos sejam um caso à parte no mundo dos brancos.
É um tinto que impressiona pelo tom contido e elegante, com fruta delicada muito bonita e pura, com base nos frutos silvestres. sabor cheio e vibrante, delicado mas afirmativo, sempre orientado para a pureza e finura da fruta. Final muito longo e vibrante.
Este rosé das estrelas é acima de tudo um magnífico sucesso e foi um dos grandes sucessos das colheitas de 2012 e 2013 (eleito o melhor rosé do mundo pela Wine Spectator). Este ano não vai ficar atrás, prometemos! Este Côtes de Provence desdobra-se em notas de flores brancas, frutos vermelhos e uma estrutura refrescante. Estenda o tapete vermelho, o rosé mais popular está a chegar a sua casa!
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Um vinho branco com alma de vinho tinto, resultado da extraordinária qualidade das uvas brancas selecionadas da vinha única de Capellanía. Capellania é feito a partir de uvas viura, uma variedade branca obtida da vinha Capellania, um terreno de 6 hectares localizado na altitude mais elevada da Quinta de Ygay. Graças a esta altitude, à excelente qualidade dos seus solos calcários e aos baixos rendimentos obtidos das vinhas com 70 anos, esta variedade alcança o seu máximo potencial.
Génese é a origem, simboliza as raízes de Manuel e Luís Cerdeira em Melgaço, a terra Natal. Génese é de Monção e Melgaço, 100% Alvarinho, elaborado a partir de vinhas selecionadas no declive da montanha. A vinificação assume o lote entre a fermentação lenta em inox com malolática parcial e o estágio de 20% em Barricas Mixtus, barricas que na sua construção possuem madeiras de origem diferente.
Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Este vinho do Douro é produzido com uvas provenientes de uma única vinha na Quinta da Água Alta, junto ao Rio Douro. Esta vinha encontra-se num vale fresco, virada a nascente o que a torna perfeita para a produção de uvas equilibradas para este vinho do Douro.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Cada garrafa de ‘Maria Fernanda’ contém não apenas um vinho, mas uma viagem. É o resultado de uma alquimia única, onde a nobreza dos terraços do Douro encontra a coragem das mãos que moldaram a terra ao longo dos séculos. Cada vintage é uma obra-prima em um capítulo diferente desta narrativa do vinho ‘sem início ou fim’.
Este vinho foi produzido com uvas de uma única vinha da casta Encruzado, da Quinta do Ribeiro Santo, plantada entre 400 e 600 metros acima do nível do mar, em solos graníticos com grandes afloramentos rochosos e influenciada pelos rios Dão e Mondego. Apresenta uma cor dourada e um aroma complexo com notas de fruta branca, citrinos e nuances de pedra molhada. Na boca, é fresco, com estrutura e acidez vibrante que demonstra potencial de envelhecimento. O final é longo e vibrante. Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando início à produção do seu primeiro vinho engarrafado com marca própria,