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Vinho Miura - Space Invaders - Tinto
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18,90 €
Com IVA
5 a 15 dias úteis


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Aromas de frutos pretos, que desvendam mirtilo e amora com laivos de alcaçuz e gengibre e, algumas notas fumadas entrelaçadas com apontamentos de bosque e caruma.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Selecção de uvas no corte e transporte em caixas directamente para a adega. Vinificação com esmagamento e desengace total. Fermentação em lagar aberto com temperatura controlada.
O Andreza Reserva branco é produzido a partir das castas Viosinho e Verdelho, provenientes de vinhas situadas na região de Murça, implantadas em solos de xisto a 500-600 metros de altitude. De cor amarelo citrino, apresenta excelente intensidade aromática, com mineralidade marcante e grande complexidade. Na boca, revela-se poderoso e elegante, sustentado por uma acidez equilibrada que lhe confere frescura e precisão. O final é longo e persistente, refletindo a pureza das castas e a autenticidade do terroir duriense.
Uva
- Tinta Roriz
- Touriga Franca
- Touriga Nacional
- Apresenta cor vermelha intensa, aroma a frutos vermelhos como ameixas e amoras num fundo de baunilha proveniente das barricas de carvalho Francês onde estagiou durante 1 ano. Na boca mostra-se volumoso e rico de sabores maduros e frutados e com algum tanino fino a dar-lhe maior longevidade
Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”.
Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão.
Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
De cor rubi, encorpado, com um aroma intenso a frutos vermelhos e baunilha, com algumas notas florais. Na boca apresenta volume, acidez bem incorporada na fruta e taninos sedosos. O final é longo, harmonioso e elegante.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
Aromas complexos de fruta tropical e citrina, evidenciado pelas notas tostadas da madeira. É um vinho equilibrado, elegante, com elevada frescura e persistência.
E é dos 1,5 hectares de vinha cultivados em Almeirim, com solo de aluvião, arenoso com calhau rolado, que nasce este Gutta Supera. Após colheita e seleção manual de cachos inteiros, as uvas são desengaçadas e suavemente prensadas, decorrendo a fermentação com temperatura controlada (12º-16º) em cubas de inox.
100% Fernão Pires
Produtor: Quinta do Parral
O Monte Meão branco provém de duas vinhas, Vinha do Rio e Vinha do Janeanes, plantadas em solos de aluvião e xisto com as castas Arinto e Rabigato, respetivamente. Este vinho estagiou durante 5 meses em barricas e estagiou mais 4 meses em tonel. É muito mineral, com madeira discreta e bem integrada, excelente volume de boca, notas citrinas e um final longo e complexo.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Taifa resulta da escolha criteriosa de parcelas mais velhas da casta Arinto e da antecipação da data de vindima para assegurar maior acidez. Estagiou 11 meses em barricas novas de carvalho francês e húngaro, procurando uma harmoniosa ligação à madeira nova e proporcionando longevidade ao vinho.
Apresenta um perfume sedutor e charmoso de madressilva, complementado por notas de iodo, sal e alguns laivos de baunilha. Sugestões de pederneira e leve tosta acrescentam dimensão ao sumptuoso leque aromático. Na boca, a rica textura proporciona sabores cremosos de alperce e marmelo e subtis toques de mel, tudo irrepreensivelmente equilibrado pela acidez cítrica. É um vinho complexo e sofisticado que promete uma excelente evolução em garrafa.
A Quinta da Fonte Souto é a primeira propriedade adquir
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente.
O Vilarissa Valley Grande Reserva Touriga nacional é 100% Touriga Nacional
Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento, no campo que se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.
Cor cereja profunda e brilhante, com boa intensidade e viscosidade bem presente.
No aroma revela fruta elegante e expressiva, com notas típicas de morango e ameixa preta, envolvidas por nuances de alcaçuz e um ligeiro toque especiado (pimenta preta, louro, tomilho, alecrim).
Na boca mostra-se frutado, com bela estrutura e textura quase aveludada. O final é muito fresco, convidativo e equilibrado, refletindo o caráter autêntico da casta Baga.