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Quinta do Noval Syrah

35,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
03311

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta do Noval
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Companheiro do famoso rosé, este vinho branco é também um grande sucesso. Intenso e expressivo, seduz pela sua riqueza aromática, frescura e doçura delicada. Ao mesmo tempo carnudo e mineral, revela notas subtis de frutos brancos, pêssego de vinha e amêndoa. Um equilíbrio perfeito que lhe confere uma ressonância única. Uma verdadeira pepita que vale a pena descobrir.
O Alto dos Amores – provavelmente, a mais extraordinária paisagem do Dão – foi, desde sempre, o ponto de encontro dos casais apaixonados da Vila de Santar. Se, em tempos, a magia desta paisagem servia para conquistar corações, hoje, as uvas que ali nascem, servem para conquistar o gosto mais exigente dos apaixonados por vinho. É esta história de amor que serve, diariamente, de inspiração a todos os que trabalham para produzir este monocasta de Touriga Nacional da Casa de Santar.
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.
Vinho tinto obtido pelas castas Merlot e Syrah. As uvas colhidas manualmente e a seleção cuidadosa, cria este vinho de carácter especiado com notas de fruta madura. Estagia cerca de 24 meses em barricas de carvalho, tornando-se um vinho com perfil adequado para guarda. Foi a partir de 1700, que a Família Meireles começou a cultivar uvas e produzir vinho em Celorico de Basto, concelho situado na Província do Minho, região Norte de Portugal. Em 1980, Gonçalo Cristovam Meireles Dias, casado com D. Angela Maria Meireles Dias, assumiu a Quinta da Cerca, uma das belas propriedades da Família Meireles. A partir desta época, começaram a investir na expansão da produção de vinho na região dos Vinhos Verdes, construindo uma nova adega com maior capacidade de produção de vinho. Hoje em dia, a Adega
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
Cor: Rubi com boa intensidade. Aroma: Intenso e complexo lembrando frutos vermelhos maduros envolvidos pelas especiarias. Palato: Seco. Acidez equilibrada. Bom aroma de boca. Taninos muito macios que lhe conferem um final longo.
Nariz preenchido a aromas intensos e convidativos de frutos do bosque, cacau e tabaco. Encorpado e potente, taninos firmes e acidez equilibrada. Paladar volumoso e envolvente. -
ESGOTADO
Este Alvarinho concentra o vegetal da película, a intensidade de aromas, o equilíbrio e ao mesmo tempo o lado delicado desta casta. Vinho de cor esverdeada, com aroma intenso, com toque tropical e ligeiro vegetal. Vinho bem equilibrado na boca. Termina longo e persistente.
Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, a qual baptizaram com o nome de Crochet. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Região: Dão.
Cor: Ruby profunda. Aroma: Intenso, com notas silvestres, fruta escura, resina e pimenta preta. Boca: Na boca tem grande complexidade, com taninos maduros bem presentes e um final longo e persistente.
Castas: Camarate, bastardo e pilongo
Existe opção caixa com 2 garrfaas.

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