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Colheita Tardia Casa de Santar

42,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Revela aromas a folhas secas e avelãs num perfil muito interessante. Na boca encontra notas frescas de laranja cristalizada com uma bela acidez citrica no final. Vinho delicado e perfumado.
03659

Ficha informativa

Tipo de vinho
Branco
Produtor
Casa de Santar
País
Portugal
Capacidade
37,5cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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O Soalheiro Oppaco tem cor rubi brilhante. No nariz, revela aromas de fruta vermelha fresca com notas de especiarias que enriquecem o aroma e despertam a curiosidade. Tem uma boca estruturada, fresca e elegante, com uma acidez bem vincada e taninos persistentes. O Soalheiro Oppaco tem o mesmo potencial de evolução em garrafa que os nossos vinhos brancos.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Tapada do Chaves branco é produzido a partir de uvas da Vinha do Castanheiro, plantada em solos graníticos. Apresenta uma cor verde-citrina e um perfil aromático clássico, sem estágio em madeira, onde se destacam notas de fruta branca, nuances florais e apontamentos cítricos de casca de laranja, acompanhados por subtis notas de brioche. Na boca revela grande volume e untuosidade, com fruta expressiva, acidez firme e delicada mineralidade. O final é longo, elegante e cheio de carácter, refletindo com precisão a identidade do terroir. É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal. Os vinhos Tapada do Chave
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
O Giuseppe Sedilesu Carnevale Riserva 2019 é um vinho tinto orgânico de prestígio, produzido na região de Mamoiada, no coração da Sardenha, Itália. Este vinho é elaborado integralmente com a casta Cannonau (a expressão local da Grenache), proveniente de vinhas com idades que variam entre 40 e 70 anos.
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
O lagar de Silvã de Cima, situado junto à vinha da Taboadella, emerge no penedo monolítico de natureza rupestre, representando um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão. Este local singular contrasta com a adega contemporânea, cuja arquitetura é concebida com materiais naturais como madeira e cortiça. Uma varanda proporciona uma vista panorâmica, abrangendo a magnífica extensão de vinhas circundada por uma vasta floresta. Neste ambiente harmonioso, onde passado e futuro entrelaçam-se, os vinhos ganham vida na vinha e na paisagem. O cuidado meticuloso e a paciência dedicada permitem resgatar a essência da natureza do passado, projetando, ao mesmo tempo, a produção de vinhos excecionais para o futuro. Esta abordagem preserva a notável tipicidade da região, mantendo vivo o caráter
O Lilipop tinto 2019 é o vinho mais carismático da Quinta de Tourais. Começamos por enumerar algumas castas que já não são muito usuais no Douro, como, Baga, Jean, Bastardo, Touriga, Brasileira, Tinta Francisca, Alicante Bouschet, Tinta Roriz entre outras. Este vinho apresenta-se, fresco e leve, com apenas 13% de álcool, sem qualquer correcção de acidez foi vindimado em Agosto por Ph ideal. Tem uma optima estrutra, mas afasta-se um pouco dos vinhos tradicionais do Douro. Consideramos este vinho muito elegante, com ainda notas vegetais, fruta vermelha, fruta preta e muito especiado. Tem algumas notas de bosque e cogumelos. Boca elegante preenchida e com final persistente. Tem 10 meses em barricas de carvalho Francês usadas.